Pesquisando

Escriba

es.cri.bacomum aos dois géneros
  1. (Coloquialescritor de qualidade duvidosaescrevinhador

es.cri.bamasculino
  1. (História, profissão, religiãopessoa que escrevia os textos religiosos e oficiais e copiava os manuscritoscopistaescrivão
  2. (Religiãodoutor ou intérprete da lei entre os hebreus

Etimologia: Do latim scriba.

Oi,

Se você encontrou essa página por acaso, parabéns! Pode deixar que aqui Cthulhu é Supremo e Loki abençoa imensamente.

Sempre bom me apresentar primeiro.
Sou Bruna R. Morgado, pode chamar de Morgan, tenho algumas décadas de vida corrida em dias úteis e basicamente passo boa parte do meu tempo aqui no ambiente virtual que o glorioso Alan Turing pode nos proporcionar. Sou formade em Letras pela PUC-MG, mas não me senti à vontade em seguir a carreira de docente por um bom tempo, sempre amei pesquisa e encontrar informações para alimentar meus escritos, logo a Biblioteconomia caiu como uma benção em minha vida.

Atualmente estou me aventurando nos corredores da Federal (antro vil e maléfico de Cthulhu) do Sul tupiniquim, cursando Biblioteconomia em alguma fase aí que nem eu sei qual. Sinto-me bastante empolgade com a escolha que fiz, já que a pauta aqui era de dominação mundial, por que não começar dentro de bibliotecas escolares? Quer lugar mais propício para influenciar milhares de mentes inocentes?
(Falei isso muito alto?)

Depois de um notório show do Tom Zé aqui na Ilha da Magia, a ficha caiu e o destino se revelou: a carreira docente tá correndo nas veias since ever, não tem como escapar, resistir é inútil e lalalalala. Espero algum dia conseguir terminar um doutorado que preste e volte como professore universitárie para atazanar a vida das pessoas. Ops, não, para instigar a curiosidade dos estudantes... Tá melhor, né?

Faço parte da Associação Catarinense de Bibliotecários como ajudante-mirim no Marketing e também na coordenação do Grupo de Acadêmicos de Biblioteconomia de Santa Catarina, pelo engajamento que tive durante algum tempo com o Centro Acadêmico de Biblioteconomia do antro maléfico chamado (Oh vocês sabem qual!), acabei sendo reconhecide para ocupar esse lugar meio estranhinho da política bibliotecária e seus desdobramentos. Sinto-me bem confortável nesse ambiente, mas sinceramente questiono muita coisa para dar mais sardinhas aos estudantes. Eu não sou besta, antes de tudo sou acadêmice, depooooois aí veremos.


Esse é o Rangs, patrono do curso de Biblioteconomia :)

Há também a sessão Bibliotequices em que falo livremente sobre o meu curso e a minha profissão sem ultrapassar nenhuma linha imaginária estabelecida que não me deixaria zoar com o que mais amo nesse mundo. Até porque não há ainda legislação contra graduandexs de Biblioteconomia que fazem memes com personagens célebres do curso ou piadinhas toscas com paródias sem graça para animar as aulas. Não dando ideias, pelamooooor!

Como tenho o pavor de algum dia perder a memória de alguma maneira, mantenho o blog também como registro de rememoramento posterior. Muitas das besteiras que escrevo e entrelinhas acabam acontecendo depois, mesmo. E sonhos, tenho muitos deles, logo estarão documentados aqui também. Às vezes dou uma escapada da Realidade Estática com posts criptografados, porque é um modo de eu ler tempos depois e me perguntar: WTF eu quis dizer com isso?!
(Tenho uma memória recente bem seletiva, equivalente a um peixinho dourado, mas a de longa duração? Essa é horrenda).

O conteúdo desse Blog é exclusivamente para pensamentos aleatórios que me passam de vez em quando e tenho que despejar em algum lugar. Já faço isso desde 2004 e me sinto bem assim com essa terapia alternativa. Cthulhu é meu pastor e Pontos de Sanidade algum me retornará. Se quiserem saber o que minha mente de fangirl faz visite meu Tumblr, lá é o antro da perdição. Maioria das vezes são gritinhos por algum fandom que acompanho, seriados antigos, assuntos descabidos ou simplesmente algum desabafo.

Os contos que escrevo são de cenários já estabelecidos, influenciados principalmente por cenários de RPG que adoro transitar - Changeling, Múmias e Mago, por exemplo - mas tem coisa de gente normal também e algumas coisinhas velhacas na época em que escrevia fanfiction. Gosto muito de fantasia medieval também, pois me impulsionou a escrever mais e mais, mas a Ficção-científica sempre foi meu motor gerativo de ideias malucas. Ficou adormecido por um tempo, mas sempre tava lá com engenhoqueria goblin, steampunk stuff metido em cenários nada a ver e o fato de desejar avidamente por teleportes. Desde pequena me via como cientiste maluquete com goggles de aumento com lasers e provável jetpack nas costas.

Gosto de coisas aleatórias, amo ficar horas na praia olhando o Grande Mar, tenho dois gatos, um chamado Walter - tr0ll-master - e a dona Bete (Que adora comer doce, bala e chiclete comigo) e ultimamente me assumi como uma bolinha de pura ansiedade não-binárie, cheia de glitter e drag queen (Só que sem a montagem). Por isso vocês devem estar perguntando o de não usar as marcações de feminino e masculino em relação a minha pessoa em algumas palavras, isso é uma escolha linguística/política para representar a minha persona aqui nas interwebs. Por mais que seja estranho em ler esses trem, fiz testes com "x", não me senti a vontade com o "@" para substituir os pronomes/artigos/identificação de gênero. O "e" pareceu ser o mais adequado para quem ler (Ah a fonética, a maldita...)

Nonbinary Flag por Kye Rowan

Sim, meus problemas linguísticos com palavras em português vem de muito tempo atrás em uma galáxia não muito distante. Parte dessa "descoberta" (my arse, tava lá o tempo todo eu só não sabia que dava pra ser...) foi por conta de uma websérie canadense muito muito awesome chamada Carmilla produzida pela KindaTV em que havia personagem não-binárie - bless you LaFontaine - e todo um mundinho coloridinho se abriu para mim em perspectivas de expressão e de identidade.
Tou mais descansade agora. Esse trem do não se encaixar consumia muito a minha cabeça.

Quando estou empolgade com alguma coisa, tagarelo até dizer chega. Ou perceber que o assunto não interessa muito a pessoa, então para um convívio bom, só informar ANTES do assunto ser tagarelado que você não está com vontade de ouvir (Como sou uma mocinha bem educadinhe, vou ter a mesma consideração, caso não queira ouvir sobre algo que não me interessa igualmente).

Gosto de tentar coisas novas de vez em quando, mas na maior parte do tempo sou uma constante bem chatinha que prefere entender as particularidades do processo do que um todo e pular para outra coisa. Por exemplo: posso ficar meses entretide na geografia de um cenário que estou trabalhando e esquecer completamente de escrever a história (Que seria o principal), ou pesquisar blogs de dominatrixes nas interwebs para verificar o uso do discurso em 3ª pessoa ou de palavras no possessivo e em caixa alta quando elas tratam de si mesmas (Eu, Meu, Minha, etc), mas não querer saber muito o que elas fazem nas sessões nas dungeonsI mean, posso admitir ter uma hiperatividade na via mesolímbica, mas ainda não cheguei ao level de conseguir ver algum vídeo sadomasoquista (Tudo tem um limite, o meu deveria ter mais uma barrinha de vida pra suportar a pesquisa de algumas coisas). Não, não, isso bagunça a memória seletiva e ajuda a trava entrar em colapso. Nada bom.

Assisto filmes por causa dos atores/atrizes, mesmo que o filme seja ruim, é muito difícil ver filmes por tema/assunto tratado. Em seriados isso acontece esporadicamente porque de certa forma tá tudo tão interligado que não dá para separar por compatibilidade de atores/atrizes.

Eu escuto e tolero bem o funk carioca, se acostume. Adoro ouvir para rir do lirismo dos versos, a desconstrução de discurso social embutida e pelas trollagens ocorridas. O "bom" senso social costuma ter ojeriza a cultura funk carioca por algum motivo que ainda me é escuso (Ai é muito sexista, é muito indecoroso, ai é muito pornográfico, ai é muito chulo! Caso não percebam ainda, as pessoas que consomem essa cultura são pessoas que não dividem a mesma bagagem "cultural" que vossa senhoria, oh classe média brasileira. Respeito é algo tão lindo quando não envolve a sua cultura com a do outro né?), mas ao ver toda a enxurrada de comentários maldizendo a música e seus respectivos propagadores, lembro do fato de que no começo do Rock 'n Roll o senso comum odiava Buddy Holly por misturar jazz com folk com uso de guitarras (E por ser negro e pobre e ser um gênio musical ao fazer isso), e vetavam Elvis de requebrar as ancas nos anos 50. Então de certa forma essa forma de odiar estilos musicais só vai sendo passada pra frente, nunca analisada ou vencida.

Pobres mortais, jamais saberão as palavras sábias de Mc SerginhoTati Quebra-Barraco e Furacão 2000. Se você ainda não engoliu essa minha desculpa, aconselho ver o vídeo abaixo, porque é magnífico:



Estar sempre em cima do muro não quer dizer necessariamente que não tenho opinião. Apenas faço o favor de subir no muro, sentar lá em cima e ver as duas partes se digladiarem sem me envolver fisicamente. (E é até divertido ver isso...) Essa postura de neutra caótica me rende mais boas lições do que as pancadas homéricas, pois sei muito bem que se eu tomar algum partido, ficarei obsessive por tal. É inevitável, nem adianta me persuadir. Logo achei esse modo querido de me manter longe de desequilíbrios psicológicos, afetivos e físicos (Há algumas exceções quando não posso me manter mais em cima do muro por pura espontânea burrice de meu cérebro de informar o perigo, e de querer obedecer de vez em quando o que meu coração manda. Aí ferrou geral.). Agora revendo esse conceito: yep, ferrou, movimento estudantil e Biblioteconomia são meus partidos.

Eu penso demais, muito, desnecessariamente em quase tudo que se deve ou não ser pensado. Isso incomoda bastante. Se isso incomodar você, avise ANTES de travar conhecimento com minha pessoa, é um hábito chato que preciso diminuir para não ter mini-infartos pedagógicos ou entrar em pânico rapidamente. Mas posso te garantir que se estivermos em um Apocalipse Zumbi/Robótico ou na Matrix, esse meu defeito fornece Planos A, B e C em menos de 2 nanosegundos (O que é bom quando você está cercado por zumbis famintos e só tem um palito de picolé na mão para se defender e não sabe o que fazer na hora). 

Morfeu é meu patrão. Sim, desde criança fui jovem aprendiz do Deus Grego do Sono, depois virei estagiárie (Até recebia remuneração boa na época da Graduação, assimilar conteúdo via sonho era normal), aí pedi demissão por não aguentar mais a sonolência que me acometia em horas nada apropriadas, mas no final das contas acabei voltando pro workspace lá nos Elísios. Até gosto de lavar louça das raves malucas que ele faz, mas não simpatizo com as tarefas que ele me passa durante o sono. Resumo da ode: eu durmo demais com certa frequência (Fiz algumas experiências insones, mas o físico foi ferradinho no processo, então não obrigada, gimme sum zzzZZZzzz). Morro de medo disso também, alguns episódios chatos tem acontecido para me fazer abrir o olhão e ir ver um especialista, mas tá difícil.

Eu finjo que sei de muita coisa, mas na verdade sou burra como uma porta. É, também uso muito do sarcasmo para tentar ser socialmente aceitável (Muitas vezes nem dá para entender a piadinha infame, mas tudo bem).