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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

aquele lembrete discursivo


Quem convive diariamente com a depressão (Ou como eu chamo: bode, por conta do trem lá do teatro grego, o tal do trasgo) sabe que mensurar as palavras é uma tarefa bem bem difícil. Às vezes os altos são marcados com explosões de humor que podem ferir quem está por perto e os baixos são caracterizados por silêncios horrendos de se livrar. Por mais que seja tentador seguir um dos caminhos, creio que a lição de se cuidar muito bem com que você fala é um passo para melhorar e voltar a ser uma pessoa sociável.

Problema é que quem está por perto não entende bem quando os altos e baixos acontecem e o porquê acontecerem assim sem aviso. Ter comunicação com quem cuida da gente ou demonstra que se importa é algo que é bom manter, conforme dá (o bode também dá uns migué de que você não precisa avisar, porque ninguém vai te ajudar, te levar a sério, vai entender e tudo mais), se não der, tudo bem, não precisa forçar, ok? Apenas tenha a ciência de que pelo menos alguém pode te ajudar, te escutar, te levar a sério - tente respirar com mais calma e perceber nessa pessoa, vai que está ali do lado e o bode deixou uma neblina tão densa que ficou difícil de enxergar.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

as cargas d'agua


Para constar, não tenho um coração gelado, ele só deixou de funcionar faz um tempo. Às vezes bate mais forte por uma coisa ou outra, mas volta ao ritmo normal (quase nulo, apenas bombeando sangue para onde deve suprir o corpo) quase que instantaneamente após o estímulo cessar.

É isso que o bode amarrado na perna causa em algumas pessoas. A apatia evidente costuma se manifestar em um conjunto de ações automáticas e repetitivas pra se dar a ilusão de que se está se mexendo, movendo, saindo da inércia. Mas os momentos de silêncio, os minutinhos de conversa interior, a indiferença que se instala após muito tempo, alguma coisa que atiça o bode a balir, aí sim, a apatia vem de com força.

Tenho impulsos destrutivos também. Acontece. Os pensamentos negativos e a análise exaustiva de situações que não vão ser resolvidas pela minha pessoa também é uma forma ferrada de me destruir.
Nutrir rancor e afagar mágoas antigas também me destrói também. Mas nada é mais eficaz que esse instinto imaturo e primitivo de torcer pro carma chegar bem rápido, tanto em mim (sim, eu peço pra ser punide quando reconheço que fiz algo errado, o que sempre acontece na maior parte da minha vida) quando nos outros.

E ai desse sentimento quase irresistível de ver alguém que me magoou, ferrou psicologicamente, prejudicou estar em situação parecida ou pior.

Admitir isso é horrível quando se tenta levar a vida no de bowie-ismo, porque de acordo com a lei e lógica de raciocínio e filosofia que sigo é de manter o Equilíbrio é mais importante que alimentar esse monstro.  Ouvi essa semana algo que me fez perceber esse meu lado destrutivo se manifestando e trazendo danos pro meu lado. O carma funcionando em sua alta performance, quiriduns.

Quando uma ideia se fixa por conta de uma lembrança ou imagem visual (que costuma ser o meu ponto de rememorar entonces mais ativo), vou querer dissecar o porquê. Mas literalmente destrinchar a situação é ideia toda, até deixá-las expostas em suas carcaças e apontar por A + B que em tal ponto eu fui inteiramente culpade daquilo e onde termina meu fardo. É ali que se desenvolve um serzinho miserável que por muito tempo achei que era meu auxiliar em escolhas nada convencionais na vida, mas que depois de disseca-lo descobri que é a maldita chama que Prometeu roubou lá naquele mito: insolência com qualquer tipo de lei que exista.

Os impulsos destrutivos começam nesse padrão, eu consigo, eu posso, eu tenho capacidade, eu aguento, eu faço, eu eu eu eu... E o bode amarrado na perna bale: "Ah é modafóca? Faz agora enquanto eu encho teu repertório com milhares de coisas pra se arrepender, dezenas de coisas para querer desistir de tudo e poucas coisinhas, bem minúsculas pra se lembrar que vale a pena acordar todas as manhãs."



Porque tem dias que não quero nem sair da cama, não dar satisfação a ninguém, me enterrar em algum buraco imaginário dentro do meu cérebro e ficar lá até meu corpo começar a gritar que precisa de fazer as coisas normais da vida. Tem dias que não quero ir pro estágio, ir à aula, desistir de qualquer interação social que me enfiei para provar a mim mesma e ao serzinho miserável que eu era mais forte e capaz de coisas legais. Tem dias que quero dar umas sacudidas em pessoas que considero e amo e dizer em alto e bom som: deixa de ser trouxa e vai viver a vida. Tem dias em que desejo terrivelmente que quem me fez chegar a esse ponto (inclusive eu mesme) tenha um castigo bem lento e deplorável. Piriri por 1 semana, perder o paladar, ser admoestado/passe vergonha publicamente, ter seu coração jogado no lixo, por aí vai. Minha imaginação é fértil para punições que não ameacem a integridade física, mas oh posso dar listas de como deixar impressões e lembranças amargas.

Mas aí vem a lei do carma e ela é infalível. Ter esses impulsos de pensamentos ruins me traz consequências, me faz perceber bem rápido o quanto não posso me deixar levar pelo balido do bode. Equilíbrio é o ponto chave da existência, manchar essa dádiva com rancor não me traz felicidade, apenas sofrimento. Óbvio.

A música e o trabalho (Ou estar produzindo algo como escrever nesse blog) me aliviam bastante dessa situação, estar perto da praia também, sexo também se provou ser um ótimo remédio (olá química e fisiologia básica? Ocitocina, adrenalina e serotonina?), por enquanto. Se a fórmula vai funcionar pro resto da minha vida de escriba, aí nem quero pensar muito não.

Algumas pessoas já me recomendaram praticar esportes, socar coisas (não coisas vivas), fazer academia, tomar remédio, parar de ser fresca, ter mais Deus na minha vida, parar de complicar tanto.
 
Vivendo um dia de cada vez. 
Eliminando um pensamento negativo a cada minuto. 
Tentando não completar o círculo vicioso da destruição.














sábado, 22 de fevereiro de 2014

[conto com angie] tagarelando com moribundos

[cenário: porta dos fundos de algum hospital público instalado ali perto do Posto 2, entre a praça dos bombeiros e a avenida enorme da Metrópole.]

Um senhor varria devagar o pátio cheio de ambulâncias pegando poeira e fuligem, carros de marca importada e cestos de lixo hospitalar, quem ouvia era uma menina vestida como um acidente de carro, toda ao avesso, maquiagem pesada em uma máscara disfarçada para a noite urbana naquele lugar tão disputado pela boêmia. Ela o ouvia atentamente porque sabia que o senhor de estatura baixa - ombros curvados pra dentro, barriga saliente em um corpo magérrimo, de uniforme azul desgastado pelo uso e vassoura de piaçaba nas mãos de dedos longos e fortes - falava a verdade. Pela primeira vez em sua curta vida, alguém que falava a verdade sobre uma Realidade que ela imaginava que todos estavam usando truques para desafiá-la.


domingo, 26 de fevereiro de 2017

operação carnaval 2017 parte 1


Era para ser um dia legal, mas...

Debaixo do link tem ideias Wanderleicas, confusões com um bode chatonildo e como vou suportar ficar nesse feriado sem pirar.

E adoro esse gif da Nazaré confusa, mas sem as fórmulas matemáticas...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Interlúdio - Rememorando o memorando

Antes de fazer a retrospectiva linda do blog pra esse ano f*****, vai o último interlúdio do ano.

Coloca aí na lista, seu dotô!
"Como você pode estar em depressão se você tem tudo o que quer?"
"Você é só uma menina mimada que não sabe o que quer e fica reclamando à toa"
"Você só está assim porque decidiu se afastar de mim"
"Você estaria mais feliz se tentasse ser normal"
"Monstro"
"Dissimulada"
"Prepotente"
"Preguiçosa"
"Só está triste hoje, daqui a pouco melhora"
"Não posso segurar a sua mão, porque as pessoas não iriam gostar disso"
"Gosto de você, mas você não é o suficiente. Tenta melhorar"
"Fria e calculista, egoísta incapaz de amar alguém direito"

E ao pesquisar direito sobre as pessoas que têm problemas parecidos com os meus, há uma constância bem bem chatinha ali no gráfico: relacionamento abusivo.

Ou atitudes expressadas em situações adversas que caracterizam a desnecessária força de vontade de algumas pessoas em me lembrar que não presto pra muita coisa, mas hey! Pras poucas coisas que me garanto sem humildade alguma, sou demais. Sou melhor que o esperado. Eu faço diferença.
É nessas poucas coisas que me asseguro a manter a Sanidade.
(E hail Cthulhu!)

Nelas que vou me manter, porque é nelas que faço coisas muito boas não só pra mim, pra quem está ao meu redor. Relacionamentos abusivos e amizades beirando o possessivo me ensinaram que quebrar regras que ninguém gosta de dialogar, ter curiosidade, ser pró-ative não é um defeito, é uma arma pra aguentar o tranco depois.

Estar ou conviver com alguém encaixado nesse arquétipo e estar em um estado alarmante de depressão pode ser uma combinação muito ruim. Dá m****, sério. Algumas pessoas que amamos/gostamos/afeiçoamos conseguem ser tóxicas quando ultrapassam a linha entre o "Quero cuidar de você" com "Quero você numa redoma" ou "Espero você disponível o tempo todo, porque preciso de muletas". Essa linha costumava enroscar no meu pescoço a adolescência toda, com alguém muito possessivo e rancoroso cuidando de mim (e eu tentando ser a melhor pessoa do mundo pra dar certeza a pessoa que ela não precisava surtar quando eu queria ser como as outras meninas - e aqui trato no passado, quando a heteronormatividade me fazia acreditar que ser uma menina normal, comum, típica da família tradicional era bom, era seguro, não ia magoar ninguém, ia ser até divertido #SqN). Eu gritava pros cadernos, nos estudos, no violão. Era a única forma de escape. Continua sendo.

Ali alguns pensamentos muito ruins iam se mesclando aos poucos aos pensamentos bons. Talvez eu não fizesse muita diferença entre as pessoas em que vivia, talvez a dor de não conseguir me expressar devidamente passasse, talvez não tava certo para amadurecer de vez. A oportunidade jamais viria. Amigos ciumentos, amores tão imaturos quanto eu, familiares em negação. Isso tudo enche a cabeça de caraminholas... Vai dando a impressão que aquela tabela de autossuficiência não vai subir nunca.

A depressão (bode amarrado na perna) é um dos fatores que mais ocasionam óbitos autoinfligidos (é como alguns especialistas intitulam pomposamente no eufemismo científico o suicídio), fazendo com que muitas das rotinas de prevenção e contenção precisem ser firmes e disciplinadas.

É como viver numa gaiola aberta, porque cismou que suas asas não funcionam mais. Incrível que com esse estado - aqui minha teoria do que me acomete em dias horrendos, é um estado, não um "ser depressivo" - vem oportunidades únicas. Aí que reside a vontade de ultrapassar as limitações e fazer por onde, mas autossabotagem é uma das coisas que mais me perturbam no processo.

Estar com o bode sintonizado para alguns pensamentos desastrosos faz parte, evitar que eles se tornem planos ou esquemas intricados de execução também é um esforço danado. Mas graças a ironia do destino, a letargia que nos acomete a cometer coisa alguma acaba frustrando o caminho entre pensar e fazer. É um lugar muito tênue de se definir.

Nessas horas que tem que ficar mais atento a vida é aos arredores: nada de alimentar os monstrinho alojados na cachola e muito menos deixar que comam sua vontade de viver, se afastar de algumas pessoas é preciso para autopreservação. O desequilíbrio energético começa quando você serve de muleta para outrém. E acreditem, ficar de muletas é um saco: machuca as mãos, os ombros doem, tenho esse incomodo em um músculo das costas que me fisga até hoje por passar muito tempo na muleta literal. A muleta metafórica faz o mesmo com quem está se apoiando firmemente nessa coisa, não entendo o porquê de certas pessoas cismarem em usar muletas por mais tempo que o devido.

As coisas mudaram desde então, muita coisa mudou muito desde lá. Não há motivos para se sujeitar mais a comportamentos destrutivos, não faz coisas quando não quer fazer, limita-se o repertório de charminho para ocasiões raras, se aceita como é, se torna esse trem que batizei como "aquele pedaço da letra de Rebel, Rebel"Entender que isso, todo esse aperto, não é parâmetro para ritualizar tortura psicológica - por conta da percepção errônea de alguém não esclarecido, de mente fechada e incapaz de sororidade - não é necessariamente a verdade para se tornar cânone. Na verdade não existe verdade alguma. E mesmo quando se vai questionar a verdade, vai ter o questionamento de se questionar tal coisa. Deixa no embrulho pra presente e toca a vida. Desapego.

Percebi que com o desapego muitos dos demônios ululantes nos meus ombros meio que pararam de pular e viraram números estatísticos. Yep, eu reduzo meus inimigos internos através de números matemáticos - posso saber ler os sinais e signos (linguísticos, não... ah deu pra entender!), mas não farei esforço algum em compreendê-los. E as estatísticas nunca mentem e costumam só me causar dor de cabeça quando há comparação de dados. Então, estatisticamente falando, não fui a única idiota em me relacionar com pessoas que mais me tiraram o sossego e sair pedindo arrego pro Pinel. É, bem assim mesmo no teor mais tenebroso da capacidade humana de fazer o outro sofrer e se automutilar psiquicamente por erros que não cometeu. É bom sair do micro e apelar pro macro. É bom entender que há certas coisas na vida que precisam ser feitas para serem revistas. Desa-fucking-pego.

Vai tentar conversar com alguém que esteve em relacionamento abusivo e não sabe que esteve, ou tá chegando a essa conclusão? É o que ando fazendo - ou as pessoas aparecem aleatoriamente, acho o máximo Universo mandando uns sinais bem assim estampados na cara - e graças aos deuses que me protegem, as estatísticas que tanto me incomodam, agora me confortam, dão uma saída da porta de ferro, sólida e enferrujada na qual estava me trancando quando era pra reunir confiança e vontade de ser feliz de novo.
(Singularmente chamada de conchinha do Gary)

Rememorando o memorando de 2015: desapego loading 99%.
Se até  o final do ano chegar aos 100% consegui me livrar de metade dos meus problemas.
(Aaaaaaand economizar o dinheiro que pago em terapia).

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Retrospectiva 2k15

Porque mainstream é cosaleeeeeeendadeDeoz, então tou fazendo também ohohohohohoho.

Esse ano foi produtivo na escrivinhança (???), com seus altos e baixos, postagens recheadas de alegria e sarcasmo, outras mais caidinhas e com um bodezinho balindo suave, por aí vai... Devo dizer que estou muito orgulhosa do trabalho que tenho feito aqui nesse antro e fazer o que mais gosto na vida é algo super legal, uau, uau, melhor que o Picapau.


JANEIRO! (26 postagens)

Tivemos Projeto Verão 1 praia por semana, fangirling com a Celeb/Dido, problemas com pesadelos, aniversário do tio Dave, Jesus e Buda dividindo um apê em férias no Japão, Vanessão dos Viiiiintchy reaix no WoW, FIFTY SHADES OF CREAMPUFF OMFG QUE FANFICTION É ESSA?!, mais praia, descobri a Sia, 28 dias de desafio de fotos da VeVa e um cachorro preto.
(Não o bode.)

FEVEREIRO! (20 postagens)

Rave Metal, saudades da biblioteca escolar, acerca 50 tons de cinza (zoeira, quack!), mais zoeira ao ver o tal filme, amigues secretes do dia de São Valentim (ui ui ui), visita da família Morgan (primo lindoso e praia de madrugada), UM SOFÁ PARA CINCO NO AR MODAFÓCA!!!!!, fangirling por Mistah MacPhisto, fangirling por Carmilla the Series, e pronto, foi um mês curto.

Bônus: #PowhaMauricio

Uma foto publicada por Bruna Morgan (@_nyrwen) em


MARÇO!! (11 postagens)

Fangirling por São Damião Arroz (Já prevendo o que aconteceria em outubro), UFSC e Semântica e segura na mão da bailarina (Linguagens Documentárias FTW), São Patrício no meio da semana (Mas hey! Deu pra encher a cara no Pub!), Prometeu e outros titãs, Domme brasileira FTW, o não sentir mais à vontade com o próprio corpo, aniversário de Floripa, denial virou aceitação (Entesposa yey!).

Bônus: Tiozinho do nada começa a dançar enquanto o ceilli comia solto.


ABRIL!! (29 postagens)

Biblioteconomia e docência se aprochegando, Estagiária de Morfeu voltando a bater cartão, Semana Santa no RU, terminei de ler Sandman (não foi um blowmind, mas me ensinou muita coisa sobre storyteller, acabei descambando para Fables), início da campanha do CAB, tosa de cabelo, ASK.FM aberto para respostas descabidas, pseudo-bode se alojando com o 13th Step do APC tocando no repeat, projeto Feéricos no Ao3, WHEN MARNIE WAS THERE GEEEEEEZUIS GHIBLI PARA DE ME FAZER CHORAAAAAAAR, Dia de São Jorge (benção painho!), fangirling em Carmilla again, descobri o boy-magia Ed Sheeran, 20 coisas para se escrever quando se tem um bloqueio de escrita, sonhos estranhos com detalhes, óbvio.

MAIO!! (30 postagens)

Organizando o Projeto Feéricos, as aulas de Ética e Informação e Cidadania, Ode para a Passivona Interior (Nem era pra mim, mas acabei lendo de novo e hey, sou eu!), planejando já TCCs dentro da cachola, PAREI COM A MOTO NA BR!! (E como tive que coping com tudo que veio depois), 15 anos de saída do armário e indo e voltando e saindo e voltando, a novela mexicana com o Tramadol (Alucinações, sonhos bizarros, muita confusão e perda de noção de tempo, weeee!), Referendo de casamento homoafetivo na Irlanda aprovado, Projeto Reverso, codeína na minha vida, fangirling por Carmilla again and again, fangirling por Daredevil, em resumo: nem sei como esse mês passou - DE NADA MAIS ME LEMBRO!!

Ps: minha percepção de mundo mudou bastante, atenuou a ansiedade maluca, alguns reflexos ficaram relaxados, acostumei a sentir dores agudas no meio da noite.

JUNHO!! (14 postagens)

Tempos de recuperação, Carmilla salvou minha sanidade, sonhos estranhos e com detalhes, fangirling pela Tay-tay, Ammë-mãezinha-Momz, um manual de GURPS vem pra doação lá na biblioteca, tia Candye Cléo e o preço de um pedaço de uma torra,

JULHO!! (25 postagens)

Muita deliberação quanto ao parar motos em BRs, Hippo voltou a vender o Riston Tea (Hell yeah yeah!!), Defiance o Jogo (Tava nos rascunhos sei lá o porquê), muito angst com Carmilla, aniver de vovó Sant'Anna, BIBLIOTEQUICES BEGINS!!!, a companheira de sempre Lady Murphy, Tive-tive-detetive meu pai é detetive (Senhora Violeta na biblioteca com uma folha de A4!) fangirling pela Eva Green.

Bônus: Oh oh oh eu li esse livro!! E review no rascunho até hoje *chora*



AGOSTO!! (16 postagens)

São Damião Arroz no Brasil como eu havia previsto começo do ano (E o money$$$ que é good nóix não révi não ajudou em nada), reunião das Malévolas na madrugada boladona dos Ingleses, deliberações com Mistah MacPhisto, a recorrência de postagens derivadas da Biblioteconomia subiram, improvisation de estante para os livros, 1 ano de Carmilla na minha vida de fangirl!!!, folk americana/country e Gillian Welch, e mais angst com destruição total de coraçãozinho fangirlístico em Carmilla.

SETEMBRO!! (15 postagens)

Aquele mês em que completei 29 anos e não foi nada legal, Bibliotequices se estabelecendo aos poucos, deliberando sobre Emoção versus Razão com Carmilla, Hyde Park da BBC2 com The Corrs OS IRLANDESES QUE SE VESTEM DE PRETO VOLTARAM DEPOIS DE 10 ANOS DE HIATUS!!!!, fecha a Internet que a minha banda favorita voltou no mês do meu aniversário <3

Bônus para: "no matter how I try to say goodbye, you're always go back into my life" - AACRDOX.




OUTUBRO!! (18 postagens)

Mês da renovação do ciclo, mas que ultimamente anda me dando uma vontade de defenestrá-lo do calendário, 2º Simpósio de Práticas Éticas na Biblioteconomia, pessoas demonstrando afeição espontânea pela minha pessoa, BETE BALANÇO MEU AMOR (Elizabeth Vanessa Danny Morgan da Silva Sauro) no meu recinto, Edgarzinho na biblioteca e mês especial para a quiançada, fangirling no Hiddles (Rebolation, rebolation), 2ª temporada de Carmilla acaba deixando em frangalhos o fandom do tampão, cancelamento de Defiance na SyFy (Oh butthurt), as desconfianças sobre certo "docente" se intensificam, VISITA DE AMMË QUERIDA DOS NOLDOR FERRADO!!!!!1111!!!1!11!, beeeeeeshice over9000 com Kylie Minogue e Les Folies Tour.

NOVEMBRO!! (13 postagens)

Halloween das Malévolas (Com doce, bala e chiclete, menos a gata Bete), 33º Painel de Biblioteconomia em Joinville (Priceless, gente!), deliberações sobre relacionamentos/visão do corpo/bodes amarrados na perna, sonhinho estranhinho com a Angie Maricotinha, aulas de Fontes de Informação e Serviços de Informação FTW, Bibliotequices intensifies, WHITE LIGHT LANÇADO!!! NOVO ALBUM DO THE CORRS!! OS IRLANDESES QUE VESTEM PRETO VOLTARAM MESMO MESMO MESMO COM MÚSICAS NOVAS!!!1111!!!1!, dedetização na biblioteca (E escola) onde eu estagiava.

Bônus: o começo do fim do relacionamento duradouro de 1 ano e meio se esvaindo..

Uma foto publicada por Bruna Morgan (@_nyrwen) em


DEZEMBRO!! (14 postagens)

Semestre acabou e o barraco rolou solto na Ouvidoria com o "docente" suspeito, Memes da Biblioteconomia (Sem medo de ser feliz!), verificação de postagens no 20 coisas para se escrever quando se está com um bloqueio de escrita (Tá faltando postagens!!), amigues secretes de final de ano das malévolas, a dor-de-cotovelo ao ver a biblioteca fechada e inutilizada (devia ter me desapegado mais cedo), vlogando sobre ter que sair da biblioteca, BIBLIOTEQUICES E A GUERRA CIVIL DOS LIVROS DIDÁTICOS!!!1!1111, Natal na família Rex (awkward), 2/3 das mudanças nos cabelos, começando a me identificar com o que escrevo.

Bônus: Não, não irei ver Star Wars o Despertar da Força nos cinemas, mas esperando Carol desesperadamente!

Para quem esperava que nada de surpreendente iria acontecer, muita coisa no decorrer do ano mostrou o quanto estou indo no caminho certo.

Bejas na Xaxa, no Xuxa e pra caravana das quebrada de Belfalas.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

[Projeto Reverso] a última mensagem

Título: A última mensagem - parte 1/12. (por BRMorgado)
Cenário: Original - Projeto Reverso.
Classificação: 18 anos (violência, linguagem imprópria).
Tamanho: 841 palavras.
Status: Incompleta.
Resumo: A viajante acidental no tempo pensou que havia parado no presente, mas uma surpresa a aguarda na porta da geladeira.
N/A: Projeto novo na área, Reverso será uma compilação de 12 contos pequenos sobre uma mesma situação, ambientada em um mundo atemporal ao nosso com um grupo de pessoas tentando escapar de alguma catástrofe eminente, o básico de sempre, sabe? E viva os universos paralelos que os sonhos nos proporcionam! Sim, a ordem dos contos está toda embaralhada \o/

A ÚLTIMA MENSAGEM [1]MÁ REPUTAÇÃO [2] - SEM TÍTULO [3] - A GELADEIRA [4]
SEM TÍTULO [5] - SEM TÍTULO [6] - COMO ANDAR DE BICICLETA [7]
A CONTRABANDISTA [8] - SEM TÍTULO [9] - SEM TÍTULO [10]
SEM TÍTULO [11] - SEM TÍTULO [12]

Trilha sonora:



"Querida criaturinha que criei como se fosse da minha espécie, 

Quando você ler esse email será tarde demais. O armistício era uma grande mentira, o que nos prometeram jamais irá acontecer, não há lugar seguro para ninguém, nem mesmo para sua espécie tão cuidadosamente criada para sobreviver a qualquer situação de risco. 

Os cornudos estão mais do que certo em encher as nossas boas de drogas sintéticas, abrir nossos corpos, pesquisarem o quanto quiserem até desvendar todos nossos segredos. Acho que ainda não entenderam que somos os seres mais medíocres na cadeia alimentar, vermes e parasitas ganham da gente no requisito "servir para algo que preste". 

É por isso que estou aqui, nos meus últimos momentos lúcidos, antes da doença dos cornudos atingir meu cérebro de vez. Quero ter certeza que minha cria ficará longe de toda essa insanidade que se tornou as províncias. 

Entenda, cria, quando você nasceu, tão frágil dentro daquela jaula fedorenta, eu tive que perder um braço pra te tirar da selvageria dos seus. Sei o quanto te faltou alguém do teu tipo, do teu sangue para fazer companhia, tudo o que você teve a infância toda foi esse velho carrancudo aqui, com cheiro de repolho e roupa enxovalhada. Queria poder ter te dado mais, feito você conhecer mais dos seus, não feito você se misturar com os genuínos por medo deles te repudiarem. Alguém sempre irá, não duvide disso. 

Tudo que é meu deixo para ti, meus planos, minha parafernalia, meu trailer. Jogue os experimentos que fizemos fora, não quero que caiam em mãos má intencionadas. Esvazie as gaiolas de cobaias, incinerei parte dos meus papéis e livros. Há apenas esse cel-smart contendo essa mensagem e um espaço suficiente para você preencher com o que quiser. Há uma pasta que fiz para você, são nossas fotos, aquelas que tiramos nas feiras itinerantes nas fronteiras, recordações bobas você irá resmungar, mas uma coisa é certa: aquela foto no stand dos Patriotas foi e sempre a minha favorita. 

Você é especial, melhor que eles, a criaturinha mais perfeita que tive a audácia de manejar e criar conforme a lei da fraternidade. E não se preocupe, eles jamais saberão de você se assim quiser, és o meu trabalho magnífico de anos, te ensinei tudo que precisava para não confiar nesses putos. 

Já estou velho demais para ser piegas e pedir desculpas pelo que estou fazendo, mas não quero deixar a incumbência de sacrificar o bode infectado para mais uma memória ruim para sua cabeça. E sua mente é o seu maior trunfo nesse mundinho de merda que os antigos construíram. Você é mais do que eles, nunca duvide disso.

Lembre-se que para cada desejo do coração, nasce um ideal a se fermentar aos poucos, a cada ideal crescido, há a responsabilidade de ecoar sua vontade, e que sua vontade seja feita sem atrapalhar o Fluxo, os Nós e a Teia. Outros como você saberão de seu nome, seu poder, sua luta, és cria de minhas entranhas ciberespaciais, em teu corpo perfeito corre o óleo que bombeava meu coração, os seus olhos veem a luz e a escuridão, não há nada que o Sol e a Lua esconda de tua presença, os verdadeiros milagres acontecem quando o Equilíbrio é atingido. 

Não confie essa vida a ninguém, a não ser quem viu a face do Ceifador nas areias infinitas. Você nasceu no cativeiro, mas não teve dono algum. Você é livre como uma folha ao vento. Que a sua vontade seja feita e transforme esse mundo. 

Mantenha o senso de direção sempre aguçado, que prevaleça o orgulho de seus ancestrais, fique bem longe daqueles com a marca da rosa negra no ombro, quando for sua hora (e certamente ela chegará um dia) estarei aqui, no calço junto ao Barqueiro a te esperar de braços abertos para um novo início. 

Sinceramente, 

Adrian. 

Ps: lembra quando eu disse que a minha maior invenção estava escondida em um lugar onde eu nem conseguia mais saber? Pois então: a curiosidade matou o gato. Não seja esse maldito gato.

===

O trailer estava deplorável com os restos de fluidos cerebrais, sangue e tufos de cabelo grisalhos. A parafernalia já havia sido saqueada horas atrás, os experimentos quebrados e espalhados junto com os dejetos do cadáver de seu dono. Antigo dono, quase pai, chato pra caralho, mas fazer o quê? 

Ali estava sua herança: uma bagunça dos infernos para limpar e tocar a vida pra frente. Não era assim? 

Passou pela porta do trailer e fazendo o reconhecimento do que poderia levar ou não, pegou tudo que era seu, enrolou firmemente na rede que usava de cama quando estava muito frio lá fora, deu pulos no assoalho de madeira e metal para não macular o túmulo do velho que a criara desde sempre, antes de sair daquele veículo maldito viu de relance uma alavanca que nunca estivera ali, perto da pia da cozinha. 

Sem pensar duas vezes, puxou a alavanca com toda força até ela ficar rente a parede. 
Viajar no tempo era como andar de bicicleta.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

[interlúdio] as pequenas ofensas diárias

Tem os altos e baixos
Tem os altos e baixos
Tem os altos volumes dentro da cabeça, girando ao redor dos ouvidos, até quando estou ouvindo música no último volume, porque é preciso se distrair do que ouvir a autosabotagem esperneando com o bode balindo na perna

Tem os baixos quando os ombros não aguentam muito tempo e as costas vão curvando e o pescoço vai corcovando, o semblante franzindo, o olhar desfocando e tem mais baixo do que alto

Quando deveria ter mais altos que baixos
É uma questão de aguentar o tranco

Aí as pequenas ofensas diárias
Vai tudo pro tribunal das causas realmente pequenas
Aquele júri que fica calado, tenso
Esperando a próxima testemunha botar a mão no livro
Jurar que vai falar a verdade somente a verdade e nada mais que a verdade
Tem os baixos e os altos

Os altos e baixos
Queria um lugar no meio pra me encaixar normalmente nessas parada
Não é só de categoria que tou falando
É de estar enquadrada em algum lugar
Não no alto
Ou no baixo.
Nos altos e nos baixos

Por Odin de saias nunca desce nunca sobe
Os altos e baixos

Aí as pequenas ofensas diárias
Aquela palavrinha bendita
Direcionada a esmo
(nem tão a esmo, tem autoflagelação aí)
Atravessa o ar como um silvo
Tiro certeiro em quem não precisa ouvir
(precisa, não precisa, precisa? Fui bem fui mal fui rude fui benevolente fui alto fui baixo os altos e baixos)

No alto dá pra sacar que não precisava
Ninguém realmente precisa tomar a dor dos outros
Mas tem os baixos, que tá ali só esperando
Os silvos, os tiros, as pedras, as ofensas veladas
Os altos os baixos os altos essaporranuncavaiparardeoscilar

Aí vem as pequenas ofensas diárias
Para de comer
Se nega
Se esquece
Não tem vontade
Nos altos e baixos
Chega a ser um castigo pro pouco prazer que pode obter
Nos altos e baixos

Tou exagerando demais
Tou sendo preguiçosa demais
Tou empolgada demais
Tou fora da casinha demais
Tou fugindo demais
Tou me escondendo demais
Tou prestando atenção de menos
Tou sendo menos amigue Tou sendo menos rude
Tou sendo menos acessível
Tou menos online
Nos altos nos baixos
Tou demais tou de menos
Odin de saias, preciso de um diagnóstico? Categorizar parece mais fácil
Mais fácil mais dificil
Mais fácil de lidar
Mais difícil de entender
Mais fácil de arranjar uma medicação
Mais difícil se se manter equilibrade
Mais fácil de se desculpar por omissão
Mais difícil de se encontrar na bagunça
Nos altos e baixos

Queria poder entender logo o que é
Aqui do alto (onde estou hoje)
No baixo que vai ser (quando acordar amanhã)

Aí as pequenas ofensas diárias
Vai separando nesse abismo de palavras vomitadas
Unindo todo a a mágoa não processada
Junta, separa, junta, separa
Odin de saias esse binarismo que me mata Todos os dias no alto no baixo
Quando tou no alto
Quando tou cavando pra baixo

As pequenas ofensas diárias
Tribunal das causas realmente pequenas que não dá um veredito
Queria poder... No encaixe
Ou o meio
No alto e no baixo
No meio me encaixo
Será que fui rude demais
Será que me empolgo demais
Será que devo ser menos
Nos altos e nos baixos

quarta-feira, 1 de março de 2017

operação carnaval 2017 - parte 2

Queria ter feito uma trilogia, mas não deu tempo e lugar para fazer. 5 dias de feriado, 5 dias brigando com o Major Tom (PC capenga famigerado aqui) a voltar a funcionar. 

Primeira tarefa: ver se ele continuava a funcionar mesmo com a fonte ferrada - mal contato de fios e o cabo que não encaixava de jeito nenhum. Solução: Muita fita isolante, superbonder3000 e chinelo com solado de borracha (Porque ser eletrocutade pelo meu próprio PC não está na minha lista de mortes possíveis e imagináveis).

Segunda tarefa: ver o que o UBUNTU tava dando de errado. Apesar de ser mais rápido e responder melhor aos comandos, ele não instalava nenhum programa que eu queria nem a pau. Foi nessa:
  • AMD/ATI Catalyst: ferrou com a configuração de resolução de tela por 2 dias.
  • Battle.net: Porque O CRACK NÃO SAIU DA MINHA VIDA e eu precisava urgentemente jogar Diablo III
  • Diablo III: não instalou, nem quis pegar direito. FUI PRO CRACK E FUNCIONOU!! VADE RETRO! Aí desinstalei e pronto, o momento de deslize foi de poucos minutos.
Com as configurações de vídeo ferradas, não dava para ver vídeos, logo perdi o episódio de segunda de Supergirl (Tive que assistir no celular de madrugada e não pegar spoiler no Tumblr), não dava pra entrar no Youtube porque o FlashPlayer dava biziu, não dava para fazer NADA absolutamente. Logo veio a ideiazinha de jerico: tentar bootar com Windows 7 e ver no que acontecia.

Aí mais 1 dia de passar tudo que tava no Ubuntu para HD lerdo e minha paciência virou pudim, as bad vibe já estavam pressionando também, então resolvi descansar o corpo e cérebro por umas horas. Como hora-extra em Morfeu resulta em alguns contratempos, foi:
  • Pesadelos bem vívidos
  • Cansaço extremo de drenagem energética
  • Recusar a sair da cama até mesmo em situações em que o corpo pedia
  • All the fucking angst? Yep, teve o pacote todo de "como se sentir a pior criatura na face da Terra sem precisar muito esforço para isso". Patada nas fuça da Bete enquanto dormia me fez lembrar que preciso me manter em pé pra ir pro outro dia.
  • Pessoas felizes na timeline!!
  • Dormir babando no teclado às 03h, acordar do nada às 06h e pouca e passar o resto do dia fazendo exercícios para não capotar no sofá (Polichinelo funciona realmente)
No terceiro dia, começou a enxurrada de demandas para se fazer com um computador funcionando. Mais pressão, mais pensamentos nada bons, menos vontade de sair da cama, aí entre um cochilo nada tranquilo vem aquela lâmpadazinha bacana de alumiação! Bootei a powha do Windows, esperei pacientemente o Seven fazer update, já tasquei opção de migrar pro 10 na hora. Mais meio dia nessa, até madrugada estar com tudo preparado para a pior parte: achar os drivers.

Por mais técnico que tenha sido, com erros no percalço e vontade de ter uma DR *arrepios* com o dito computador, devo extrair uma lição desse feriado prolongado: paciência é preciosa nessas horas de mindfuck bode amarrado na perna.

Pra melhorar a situação?
  • Muita gatoterapia
  • Comer menos carne, me concentrar nos legumes
  • Ouvir o Blackstar na imersão da obra, não do fato da situação ali envolvida na feitura do álbum


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

brb que não peguei no tranco



[EDITANDO: A força começou a aparecer hoje dia 02/02, eita coisa linda!!]

2017 já começou, mas o meu metabolismo não tá andando bem pra dizer que é um novo ano de um novo dia de um novo tempo (lalalalala).

Voltando no engarrafamento da SC pra subir pra casa, contemplando pela janela do busão - modo mais interativo de se filosofar coisas - percebi que a vida de escriba em projetos de curto prazo pode até ser menos estressante, mas um bocado perigosa. Porque meus short terms estão com data já marcada e me sinto como se entre os dias não há muito o que fazer.

Aquele tesão de aprontar novas coisas e ir atrás de possibilidades estranhas pra carreira futura? Nope, parece que foi embora com a empolgação de querer mudar o sistema. Até com algumas discussões da categoria não me sinto a vontade para refletir, reprogramar, sintonizar. Tá osso.

E nem é o bode amarrado na canela, é o slow down de não sentir mais a vivacidade de enfrentar aborrecimentos. Creio que com os 30 chega a falta de paciência de ter paciência, fui pega nesse caminho.

Quanto aos projetos acadêmicos, estão de fucking molho forçado, os de representatividade estão indo devagar, minha vida social se baseia em ir pro estágio, voltar pra casa, assistir alguma coisa no PC, dormir. E gatos. Estou tendo momentos preciosos com os dois. Mesmo assim, tá faltando alguma coisa que não consigo saber de onde vem.



Talvez passar muito tempo fazendo trabalho burocrático esteja me deixando mole e sem perspectiva. Talvez a possível - torcendo que sim - volta para biblioteca ajude com a empolgação restaurada. Eu sinto falta de atender gente e ajudar no que dá, parece que ando em círculos pra mostrar validade alguma em tabelas de Excel. Isso dói o ego um cadim, o orgulho de ter escolhido essa profissão vai meio que embora quando não me vejo atuando como deveria.

Deve ser a morosidade das férias. 
Espero que não seja mácula de idade.


Tou esperando sinal de Rangs pra me levar de volta às estantes e as bagunças diárias de bibliotecas, estantes, pessoas e alunos. Tá fazendo falta. Muita. 

terça-feira, 30 de agosto de 2016

cobrança dá a volta e meia e volver




Cobrança é gatilho pra eu pedir arrego e sair correndo na direção oposta. Por que sou irresponsável?
Muito longe disso. Eu sou uma bolinha de ansiedade que constantemente se cobra mais que o saudável.

Cresci num meio em que tudo que eu pudesse fazer era passível de uma cobrança a mais. A mais nova na sala de aula - tem que estudar mais pra alcançar os coleguinhes - a única "menina" que se misturava com a maioria de "meninos" - tem que jogar bola bem, jogar vídeo game direito, saber a escalação do time do Brasil em pelo menos 3 copas, e por aí vai - até às cobranças psico-familiares que alguém pode ser submetido quando se divide o espaço com alguém com traços possessivos e territorialistas que me inibiam de muita coisa.

Quando vejo que alguém está cobrando demais de mim, seja a mínima coisa, vai cutucar 3 tipos de ferimentos graves dentro desse músculo cardíaco que não me serve de nada por enquanto:
1) se está cobrando é porque não estou fazendo certo. E é a minha obrigação fazer tudo certo. 
2) se está cobrando é porque deixei de fazer algo por conta da minha natureza supercética, nada antenada em sutilezas e entrelinhas das indiretas.
3) se está cobrando é porque tá na hora de ir embora e eu não saquei isso ainda.


A cobrança traz alguns amiguinhes bem fodidos como o ciúmes, a possessividade, as suposições exageradas e a visão unilateral de mundo entrarem na dança. Ela me agride mais que a indiferença ou a falta de comunicação, esse fantasma amaldiçoado parece me perseguir às vezes em algumas instâncias da minha vida de escriba.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

le mimimi necessário miguxis

Algum gatilho deve ter sido puxado, não estou conseguindo identificar onde, mas já sei o porquê.

Tou cansada de ver omissão, falta de compromisso e batalha de egos. Eu não nasci pra essas porcaria não.

Ao invés de fazer algo pra mudar o curso das coisas, tou presenciando muito comodismo, muita briga de parquinho e muito "não mexe no meu status que haverá consequências". Isso me cansa de uma maneira tão grande que letargia é o estado atual. Ficar surda e distraída faz parte, manter a paciência no level considerável e forçar a barra pra me sentir mais útil nos lugares onde estou inserida é o processo diário.

Entre dividir a sala com gente que me é cara e mesmo assim ganhar um olhar indiferente ou cobrança, prefiro me fingir de véia doida, ficar no meu cantinho e fazer o meu trabalho. Não tenho mais paciência pra uma porção de coisa: tentar me colocar no lugar do outro já tá me irritando duma maneira que achei que não era possível.

E o bode amarrado, bem ele tá ali cantarolando enquanto bale bem faceiro. Nesse duelo deixei ele ganhar, mas a batalha começou há uns dias atrás com um simples telefonema.

Então se eu for rude, chatonildx, apáticx, sem noção ou demonstrar sarcasmo além do limite permitido, não venha me dar sermão, fazer reza braba ou querer que eu me explique, vai catar coquinho na entrada do barqueiro e deita no mármore branco do Hades. Poderia ser bem pior, poderia ser chão de brita.

Mais uma vez a Biblioteconomia meio que resgata minha vida de escriba, creio que o semestre vai render pra resolver a vida profissionalmente, mas tá difícil ver além de um palmo a frente quando seus colegas, professores, bibliotecárixs que conheço estão numa sucessão de mancadas federais. Brigar por um curso/carreira e suas melhorias é ótimo, mas topar com gente que só pensa em atrasar o processo por razões estúpidas? Dá vontade de dar uns chacoalhões nas criaturas.

Essa coisa toda junta e a única frase que está presa agora é: "Você não está sendo muito útil, vai sumir que é o melhor que você faz".

Autossabotagem: a gente vê por aqui.

Ps: eu precisava de uns abraços e momentos em silêncio pra me sentir mais segura e confiante, mas tá tenso. Deve ser a porcaria de idade... Tem que ser.


quarta-feira, 2 de março de 2016

preparação tática sem danos (colaterais graves)

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"that you're alone and you're lost in a forest and no one's giving you the fucking map and where the hell are you? accept that you can't go back because you would be doing something karmically (impossible?) and you just have to go forward..."


sábado, 26 de dezembro de 2015

Natal como em 1997

Voltar da casa da Entesposa após feriados sempre me deixa numa vibe meio "méh", felizmente nenhum bode veio amarrado na minha perna, pois o processo de encarar certas situações na vida familiar fazem parte do meu incrível plano de entender melhor as pessoas para me entender de vez.


Muita comida, muita risada, muito vazio. Não há mais o Hank, a varanda ocupada de coisas, muitas coisas, a chuva forte, os raios (dá um tempo Thor!), os trovôes, as mudanças de humor de todas, a paciência infinita. Aquele sentimento de não mais pertencer aquele núcleo me fez querer dar meia volta volver e correr para casa, mas na segunda hora alojada na casa da mãe, resolvi observar melhor o que estava acontecendo.

Já havia falado antes de como ela havia envelhecido nesse espaço de tempo em que não participo mais da rotina dela, como isso me deixava assustava, mas o que mais me impressionou foi o ver ela e minha irmã mais velha conviverem de um modo estranho que me pareceu familiar (???).

Foi como voltar ao ano de 1997, Betinópolis, vilarejo-brejeiro, calor dos caramba em cidadezinha do interior de Minas, só eu, mãe e irmã. Sem avós maternas, tios, progenitores que não faziam parte desse núcleo familiar que formamos durante anos. Por muito tempo, acho que desde que nasci, o trio sempre foi esse, na maior parte do tempo de minha vida eu só via minha irmã e minha mãe como participantes da rotina, ir à escola, voltar da escola, almoço, lanche da tarde, antes de dormir, sempre as duas ali. Não tenho muitas lembranças de estar perto de outras pessoas da família e isso meio que afetou minha recepção quanto à eles por muito tempo (Tios diziam que eu me escondia por horas quando eles visitavam, oh well...).

A presença de minha irmã e minha mãe na mesma mesa me amoleceu um bocado, como se 1997 não tivesse sido um dos piores anos para todo mundo ali naquela mesa, mas como voltar ao trio de uma forma diferente de olhar para as duas. A dinâmica entre inha irmã e mãe costuma ser na base do confronto direto com palavras ou piadinhas sarcásticas. O que pode ser facilmente resolvido com um: "Gente, calma, não precisa isso não...", acabou se tornando algo normal. Não porque eu estava ignorando o fato das duas trocarem farpas o tempo todo, mas porque eu não lembrava desse detalhe em 1997. Sinceramente antes de 1999 não lembro powha nenhuma da minha vida, apenas uns flashes ocasionais de coisas, mas nada muito assim concreto.

O jantar de Natal foi bem nisso, conversa paralela aqui e ali, a quantidade de passas, maçã na maionese e empadão de legumes, isso tudo para mim era suficiente, sinceramente se todas ali fossem surdas e mudas, esse momento especial de estar juntas novamente só nós três na mesa já teria sido mais que especial. E foi, de um jeito bem perturbado de perceber a briga eterna de dominância entre as duas.

Vendo especiais de Natal, mãe conversando com a vizinha gente boa que a ajudou com o Hank, minha irmã vira do nada e me diz que não sabe como lidar com isso. Isso o quê? eu pergunto e ela aponta o celular: era uma mensagem do progenitor desejando boas festas e dizendo o quanto a amava. Ele também mandou isso para mim minutos atrás e não me afetou nem um pouco. Tento compreender que certas ações das pessoas podem me ajudar a construir ou a me destruir, logo deixar alguém me afetar vem sendo difícil ultimamente. Digo que ela não precisa se preocupar mais com isso, ainda a afeta de alguma maneira? Ela diz que sim, que construiu o caráter dela e aí a minha bandeirinha vermelha de alerta. Estamos no mesmo barco, então.

Isso me fez ficar sem muito o que falar, apenas a cutuquei com o pé e disse que ela não tava sozinha nessa. Talvez seja isso que nossas vidas tenham se tornado: um belo festival de desconfiança quanto à relacionamentos, porque lá no fundo sabemos que vai dar errado. Algo. Qualquer coisa.

Saber isso de antemão ajuda bastante, mas atrapalha também.
Então me contentar com o que tenho me parece o mais lógico a fazer.
Quando eu tiver vontade de me ferrar bonito, tento de novo, não é?

E essa música é da Taylor Swift      ^____~
(E voltei a viagem com a letra dessa música na cabeça - "Clean" da Taylor Swift com a Imogen Heap do Frou-Frou - fez total sentido mesmo...)

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

as skills dos vinte e nove

"Altas skillz, yo tengo!"

A dos 26 foi de beber tequila sem ter um piripaque. A dos 27 foi sobreviver a idade maldita do Rock, dos 28 foi parar com a moto na BR, agora essa dos 29 tou desconfiando que seja começar a ter aquela delícia de amnésia seletiva que nos acomete após alguns anos de afastamento voluntário.

Talvez esse don't give a feck about seja resgatado em uma viagem de busão de meu talan para a casa de minha mãe (menos de 40km). O caminho traz boas e más lembranças, mas não tão fortes quanto antes, já que os fragmentos estão se perdendo. Passar por lugares que foram emblemáticos e ficar pescando lá dentro do sótão de paredes elásticas o que raios aconteceu em tal dia está ficando cada vez mais difícil.

Se devo agradecer a idade ou a codeína, acho que vou pelos opióodes. Algum efeito colateral permanente deve ter causado depois da semana absurda de pesadelos e alucinações.

Fazer aquele exercício legal de colocar o que é intermediário para descarte ou permanente é importante para podermos nos mover, algo como aquela catarse necessária para se livrar da hýbris que carrega a muito tempo. Sinceramente tou cansada da minha ficar me mordiscando no traseiro e me mostrando o quanto sou falha (Yep, admito, registra em cartório aew...). Ao invés de entrar em estado de posição fetal pelo passado (que me condena pra cacete por assim dizer), estou processando melhor as burrices que fiz e deixei de fazer - porque tudo é uma questão de ponto de vista - a paranóia de cometer as besteiras voltam de vez em quando, mas são controláveis. 

A vida tem outras esfinges grandes pra se decifrar, elementar Édipo.

I mean, se a autoestima se encontra mais que enterrada com um caixão cheio de pregos, pode apostar que haverá uma sequelas boas pra aprender a lição de vez. Mas se estiver até felizinha, dá até para dizer a powha da sua consciência pesada que desta vez dá pra encarar a realidade sem surtar (por enquanto). 

Lembro desse episódio ao sair do busão no terminal central certa vez e ser obrigada a entrar no próximo, pois a crise de pânico (temporária, graças a Eru) me comandou a voltar imediatamente pra casa. O motivo? Até hoje tou em dúvida entre 2 coisas: encontrar quem não queria no meio do caminho, o de deixar a casa sozinha. 

Isso foi bem depois do assalto, mas muita coisa ficou no subconsciente buzinando, uma delas foi de que a minha capacidade de lidar com situações assim (de crise de pânico instantânea) é nula perto da minha imensa paciência cultivada com os anos.

Na verdade, acho que a impaciência decidiu dar oizinho do modo mais hardcore possível quando isso aconteceu, então se trancar os feelings faz mal pra saúde, quiançada, vocês só irão saber o quanto isso é ferrado de se lidar  quando estiverem no meio de um tanto de gente, se sentindo um vermezinho bem pequenininho e sua mente gostaria de repetir aquela sinapse do bode gritante:

Sim, 10 horas disso no looping é bastante divertido...

Lembrar disso dentro do ônibus não me fez quer repetir a experiência jamais, e os pulmões tomados por uma pressão absurda e o coração descer pra barriga e dar aquele alarme estranho de que a sua intuição - por mais falha que seja - está te obrigando a ceder ao medo, ao inevitável, aos instintos básicos de sobrevivência de fugir seja lá do que ou de quem. 

É interessante rever isso de um ângulo diferente, pois a última crise de pânico fudida que tive foi aliviada com um simples: "Pra quê isso agora? Vai mesmo se importar com o que dizem ou que deixam de dizer?" - detalhe que pra arrancar essa premissa acima foi necessário mutio autocontrole, é vivendo perigosamente com autoajuda, gente... Não tem como escapar do trabalho solo quando o bicho pega, é o bloco do eu e o tu sozinho.

A gente aprende com esses pequenos modos do corpo demonstrar que quando se vive 24/7 na ansiedade, alguma hora a coisa vai vazar. Então quando fico particularmente agitada e sem noção, recolho meus trapos, a minha insignificância e vou pro cantinho do castigo. As coisas tem sido melhores com a presença do Walter em casa, dá pra sentar com o senhorio e perguntar qual é a opinião dele sobre o assunto, sábio como ele é, um simples headbutt me mostra que o mundo aqui dentro pode desmoronar todos os dias aos poucos, mas tem um toquim de felino te lembrando que há esperança pra coisa toda ficar mais coloridinha, mais suportável, menos agitada.

Talvez se eu for uma boa menina consigo até um pouco de paz. 

Ou talvez não.

Postado via Blogaway

terça-feira, 21 de abril de 2015

adendos do feriado

Sejemos onestos quiridus, Jozéfi Climber estáile.
A vida é uma caichinha de surprezas.
Às vezes é um quinderovo - com brinquedinho legau drento.
Às vezes é uma caicha vasia sem prástico bolha pra brincá.
Tem dias que tá bão, outros dias que tá pior.
Depende muito como varea a intensidade do sentir algumas coisas e ter amnésia quanto a outras.

E Tiradentes foi bode expiatório para os manés da Inconfidência. Quem pagou o pato maior foi ele por ser soldado raso e os "nobres" idealizadores do motim estavam a solta depois de terem pagosalguns milhares de réis para não serem acusados de "subversivos". Deu em powha nenhuma os esqueminha.

Ps: fandom de #Carmilla pirando na soda porque a série não ganhou nenhum prêmio no #ShortyAwards. É a v1d4 L0k4, manow.

Ps2: deixar o espírito de porco individualista de lado, vou postar o Projeto Feéricos no AO3, que se ferre direitos autorais, exclusividade e o sistema, quero é ter motivação pra escrever mais, gente lendo e construindo comigo esse cenário.

Ps3: a vida dá umas voltas tão engraçadas pra gente. Quando mal se percebe tá repetindo um padrão assinalado como perigoso para saúde emocional e não se senti culpada por isso.

Ps4: resolvi escutar Taylor Swift. Tá ouvível. Tá passável. Tá rebolável. Vou pros álbuns country dela. Maria Ev'Ângela Maricotinha da Silva Sauro se identifica e agradece por colocar mais pop-music na playlist *rebola rebola*


Ps5 e o mais importante: PENNY DREADFUL MÓDAFÓCA!!


sábado, 31 de janeiro de 2015

[videos] living with a black dog - WHO

 Lembro de estar no scrolling infinito do Twitter e ver um perfil relacionado de cards sobre coisas que faziam as pessoas sorrirem, tipo motivational poster, só que sem lolcats e piadinhas nerds ou /a/ ou /b/
Apesar de às vezes não levar muito a sério essas coisas por um tempo, comecei a rever alguns conceitos quando a Samara deu o primeiro abracinho no meu calcanhar. Sempre há um trigger para poder subir do poço, certo?
Hoje é um daqueles dias, em que fazer qualquer coisa não vai justificar o porquê estar me sentindo culpada/cansada/vazia. A fase de irritação veio na semana passada junto com a amiga ansiedade, fui caminhar as benditas pra fora, circulei o bairro inteiro, descobri novos caminhos para a praia, dei um jeito de deixá-las cheirando um poste qualquer e ficarem por lá.

É como ter um bode de estimação amarrado a sua perna 24 horas por dia. No caso desse vídeo da World Health Organization (WHO), é um cachorro preto (Será que a letra de Dog days are over0,,,,,,,,,,,,,,, é pra isso também?), e eu nem sabia que essa expressão existia:



Bem, há o fato de ter mudado de temperatura drasticamente de ontem pra hoje, sendo que os 32º básicos dos dias virou para 23º no máximo 25º. Talvez eu sofra de seasonal depression, vai ver que é isso o porquê eu odiar inverno - me deixa mais lenta, mais sonolenta, pouco confortável com meu próprio corpo e definitivamente traz todas as possibilidades de pegar um resfriado ou gripe devido a falta de noção das pessoas.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Bring dah kashasha

Porque né? Último mês para arruinar toda a base da Torre onde decidi deixar meu bode amarrado.
--- --- Enviado especialmente pelo WhatsApp, abençoado por Santa Amy da Casa de Vinho.

domingo, 16 de novembro de 2014

"Às vezes desistir é a decisão mais valente"

http://www.snotm.com/ por Alex Noriega
"Às vezes desistir é a decisão mais valente".

Descobri que a procrastinação que achava que estava amarrada na minha perna junto com o bode do mau-humor não é tão procrastinação assim. (Aliás, só vim conhecer a dona há uns 3 anos atrás, jamais deixei o feeling de "deixa pra depois" me tirar da reta das coisas que eu tinha que produzir.)

Perder a vontade de fazer coisas andou virando rotina. A vontade mesmo, de simplesmente deixar pra trás, e sair correndo sem olhar pra trás.

Covardia a parte, quadro de depressão com crises existenciais a cada segundo - what if what if - fui percebendo que a procrastinação não era tão procrastinada assim, ela tava me alertando de uma coisinha muito importante que andei esquecendo no meio do caminho nessa de sair correndo sem olhar pra trás.

Deixei minha conchinha pra trás. E eu sinto falta dela pra me proteger, me dava cobertura em partes que não deveriam ser tocadas (ansiedade, por exemplo).

sábado, 14 de janeiro de 2012

World of Warcraft: Asas das Sombras & Mago.

[originalmente postado em 17/04/11 17:23]

Lançamentos da Online Editora – que seilá que site é esse que não me deixa ver os outros lançamentos e me deixar comprar oO’ – para a linha World of Warcraft: Mago e Asas das Sombras.

Os dois são feitos pela dupla Richard A. Knaak e Ryo Kawakami – conhecidos da Trilogia do Sol e dos comics lançados pela Panini no ano retrasado – com histórias do mundo mais legal de MMORPG que já presenciei em minha vida nerd. O ponto de convergência dos dois mangás é a fúria dos Dragões Azuis vista no patch lançado antes de Fall of the Lich King – se não me engano era a instance do Malygos/Malygnos que todo mundo gostava de fazer no server.