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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

[video] Especial de Natal - Carmilla the Series

Já que minha fangirl obsession atual está em certa vampira do Leste Europeu que sobreviveu ao péssimo final de uma novela de um escritor irlandês sem noção do século 19, não custa nada deixar o episódio de Natal aqui.


Detalhe para coisas nesse episódio:
1 - o relacionamento das duas - Laura e Carmilla - está mais para casamento fofo. Cutch-cutch neném!
2 - o sotaque da bruxa canibal é hilário.
3 - LaFerry ship flutuando em um mar de possibilidades, aiai <3
4 - CADÊ A TALL GAY DANNY?!

Para assistir toda a 1ª temporada, dê um pulinho aqui e não sofra tanto por 2h com esse maravilhoso trabalho feito para a internet: CARMILLA - THE SERIES.

sábado, 8 de novembro de 2014

Carmilla Series - Love will have its sacrifices


Okaaaaaaay vampiros na Literatura estrangeira... Então... Bem... É, isso vai render um post quilométrico de coisas absurdas que já passaram pelas telonas, telinhas e páginas.

I srsly tenho cisma com vampiros. Não, sério! Não gosto deles como personagens, não sou chegada em simpatizar, but damn! Vampires are sexy as Hell >__________<

A carne é fraca por uma simples razão, a gente sucumbe primeiro ao desejo antes de finalmente colocar a mão na consciência (Wait, what?), e vampiros fazem exatamente isso comigo.

As decepções televisivas foram muitas - óbvio Hollywood - mas os nostálgicos sempre tiraram um breve sorriso de meu rosto. Drácula do Coppolla (Gary Oldman pra mim é canônico!), trio Louis, Lestat e Claudia da tia Arroz, Drusilla de Buffy a Caça-Vampiros, tou esquecendo alguém? Oh sim: Heather Campbell do Liam Kyle Sullivan.

Na Literatura só considero o Drácula do Bram Stoker e as sereias.
Ora vejam só! Não sabia que as sereias no mito grego eram vampiras? Agora sabe ^_____~
Aladas, com cabeças de mulheres e corpo bizarro.
E gritavam pra cacete.
E arrancavam sua cabeça com um golpe e bebiam seu sangue depois disso, pergunte ao Odisseu, e aos argonautas, galera sabe o que viu.


quarta-feira, 24 de julho de 2013

Conto - Colégio Carmim/Rosenrot

Quarta-feira antes do feriado religioso.
Ótimo, maravilha, fantástico.

Estamos começando bem uma bela noite nada agradável em algum cemitério dessa cidade suja e fedida. Não que eu não goste de Bucareste, é um bom lugar para se viver. De dia, é claro. De noite as coisas mudam – as coisas SEMPRE mudam de noite. Um tombo ali, um arranhão aqui, um golpe certeiro no meio do peito do desgraçado que queria ter um pouco de você para ele. Puf, virou pó? Não, não é que nem na Tv ou naqueles filmes trash de classe D que te fazem rir tanto, é sangue espirrado do buraco ferrado no corpo morto, são mãos que tentam te sufocar enquanto luta para conseguir uma regeneração sobrenatural, é o final momento em que o cabo da pá do coveiro sai do peito do desgraçado e você não vê alternativa a não ser tacar a outra extremidade no crânio do camarada.

Hey, sem tanta violência, okay? Ele pode ser um sanguessuga, estar morto, mas também era uma pessoa, tenho ciência disso, às vezes piedade, mas quando você acostuma a fazer esse serviço toda santa noite, então nem precisa mais se deixar levar pelas emoções. O barulho dos ossos esmigalhados após o terceiro golpe com a pá é que me deixa pilhada. Como queria uma noite sossegada, só eu, um sofá confortável, uma lareira aconchegante, meu kit, minha seringa, minha felicidade instantânea.

Pra que diabos vim me meter aqui nesse país esquisito?

- Acabou aí? - pergunta a "mentora" que não faz absolutamente nada a não ser observar os meus deslizes e erros. - Não se esqueça de colocar fogo no corpo, lembra? Não queremos deixar rastros... - eu indico a minha jaqueta toda manchada de terra úmida, sangue e possíveis fragmentos de dentes.
- Eu sigo o protocolo, muito obrigada por lembrar... - ela dá de ombros. É o mínimo que pode fazer.
- Ah você sabe... “Ashes to ashes, funk to funk...” – ela continua no mesmo lugar onde estava, já eu levanto do chão com parte de minha cabeça rodando e a outra parte ainda alerta com um possível ataque vindo de alguma outra tumba. Esses malditos acordam sem avisar muito, sabe?
- "E todos nós sabemos que Major Tom era um drogado?" – completo a eterna música de David Bowie para minha eterna aliada, morta, mas pelo menos aliada, Frau Sonnenblume. - E eu sou também...
- Você deveria parar de dizer isso... – ela diz como se fosse a coisa mais normal do mundo quando estamos falando sobre eu e meu vício.
- É o que a maioria diz... – eu me encolho ao tossir além do que meus pulmões aguentam. Frio horrível de Bucareste. Quando não tá frio, tá chovendo. Detesto esse pedaço de terra esquecido por Deus.

Saímos do lugar tão amaldiçoado por ter lápides demais dos Corvinus. Ela aponta para uma e me cutuca na cabeça.
- Olhe... Esta sou eu! – e ri de um jeito que faz minha espinha se retorcer mais ainda que meus pulmões instantes atrás. Odeio quando ela me lembra de sua condição de morta-viva sugadora de sangue alheio.
- Não gostei. – passo pela lápide manchada pelo tempo e sem adornos. – Muito fora de moda essa daqui...
- Oh sim, por que na Espanha é como?
- Não enterramos corpos na Espanha. E eu não morava na Espanha, é País Basco. Diga isso a um cidadão do País Basco e você vai ser pisoteada por uma multidão de patriotas exacerbados.
- Bom saber... - ela dá de ombros, saindo do lugar e verificando o corpo inerte que deixei desfigurado ali perto.
- Nós cremamos os mortos.
- Não gostei. – ela repete o que digo com a ênfase em meu sotaque nada perfeito do inglês defeituoso que aprendi durante minha estada em Londres.
- Eu deveria te bater com essa pá. – eu respondo inocentemente segurando o instrumento que carrego para disfarçar nossa condição naquele lugar. Graças a Deus que o tal do coveiro deixou a gente entrar pelos fundos.
- E eu deveria acabar com o fio de vida que você ainda deve a minha pessoa. – Como odeio quando ela é educada comigo.

Pego meu isqueiro, tento atear fogo em algumas partes do vestuário impecável do vampiro que acabamos (Acabamos, fui eu que fiz o serviço todo?!) de exterminar da face da Terra, a porcaria não segura nem uma chama. Cansada, dolorida e sem perspectiva alguma de poder cozinhar uma bela mistura de heroína para aquela noite, faço o que devo fazer. Desenho a porcaria do símbolo perto do corpo, repito algumas palavras de poder qualquer e chuto o maldito pro círculo. Com um pouco do fluido do isqueiro, deixo a chama viva cair em um traço do desenho e tudo está acertado.

O corpo morto entra em combustão quase espontânea, a decrepitude que ele já tinha se esvai em um segundo e logo nada sobra para contar história. Respiro aliviada e me encaminho para o portão dos fundos do cemitério.

Menos um sanguessuga na cidade.

sábado, 14 de janeiro de 2012

The Gates - 1º e 2º episódio - FOX

[originalmente postado em 09/03/11 22:12]

Mais um seriado cancelado pela audiência baixa nos EUA

quem se importa? Bota nos países sulamericanos pra ver se não funfa?
 mas com um potencial maravilhoso de se explorar. The Gates foi uma produção da ABC (A mesma de Castle) e televisionada por aqui pela FOX (Desconfio que seja dublado?) toda quarta-feira às 21h (Com reprises na quarta às 13h, quinta às 03h, domingo às 14h.).




A premissa vem um pouco de Happy Town, mas no caso um distrito fechado como se fosse um condomínio de alto padrão em algum lugar da América. Grossos portões de ferro, muros altos e segurança com tecnologia absurda protegem os moradores da pacífica “Gates” das misérias humanas lá de fora. Oh pobre mundo cruel!

O policial Nicholas Monohan realiza o sonho de sua família, compra uma propriedade, com aquela mansão exagerada e tudo mais, além de ser empregado como o “xerife” do distrito (Substituindo o antigo chefe que se aposentou e foi para o México…). Um cargo respeitável, uma casa ótima, filhos bem acomodados com a rotina escolar e vizinhos gentis. Aaaah que coisa boa de se ver…