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domingo, 19 de novembro de 2017

a imaginação alimentada - parte 1

A essa fase do jogo da vida (No hardcore) aconteceram 2 coisas emblemáticas para eu me dar conta do que tou fazendo tanto no curso quanto da minha vida de escriba: aulas incríveis com uma pessoa incrível que está me dando ideias mais incríveis ainda (Hellow! Projeto em andamento yoooohooo!), AND estagiar em um laboratório com uma pegada tipo makerspace.

Uma coisa vai ligando na outra, pois me exigem muita, mas muita abstração e sair da caixinha (~le effing caixinha que quase me moldei uns tempos atrás), como por exemplo voltar a montar Lego e jogar games que supostamente EU NÃO DEVERIA voltar a jogar.
(Mas a mente vazia é oficina para ideia errada de Wanderlei, então...)

A mente precisa de estímulos, sério.
Tem gente que encontra isso vendo Tv, fazendo terapia, praticando algum esporte, lendo um bom livro, mas aqui estou, mais de meia noite de uma sexta esperando o server de WoW voltar e catando pecinhas na caixa de Lego que consegui levar da casa de minha mãe (A hipster economista/contábil que adora me zoar...). Por quê? Por quê fazer isso no final do semestre, geeeeeezuis?!

Muito simples: a mente precisa de estímulos, e desde quiança viada em que me entendo, leitura (de todos os tipos, inclusive a musical), games e blocos de montar foram meus principais estímulos para quase tudo, inclusive alfabetização letrada e socialização empática com os outros.

Estávamos a discutir no laboratório awesome sobre como somos alfabetizados e como não lembramos de parte desse processo - o que para surpresa parece virar mecânico no subconsciente e não um processo de aprendizagem. Espero muito que a galera de agora esteja revertendo esse quadro.

Debaixo do link, uma relação entre memórias de alfabetização, blocos de montar, games, imersão e imaginação.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

21 coisas que ainda não fiz (reprise)

Lembro de ter postado isso no dia 24/04/2014, mas vamos ver como ficou até então:



Copiando e colando do Danger Diary:

"Here are my uncomfortable things no one should miss out on….


  • Start a blog and write your uncensored, honest views. - Bem... já estamos nele e não é que o bichinho está crescendo?
  • Take yourself out to dinner alone. - Queria ter me levado pra beber, mas...
  • Stand up for something you believe in even when you might risk disapproval. - Ainda lésbica e o desejo de ser professora universitária está de pé.
  • Go and see live music in a genre you don’t normally listen to. - fui no Tom Zé em março, só isso.
  • Introduce yourself to someone you would like to know but have felt too intimated by. - Algumas vezes dentro do ônibus e depois não me senti mais confiante pra isso não...
  • Learn a new language - aprendi a xingar com palavrões mesmo. Já é um avanço.
  • Travel to the country where they speak that language and try it with locals. - Nope, ainda não.
  • Dress opposite for your comfort level. - oh well, pois é.
  • Write a heartfelt poem and share it with someone.
  • Volunteer to help someone who is very different from you.
  • Give a compliment to a complete stranger.
  • Go on a polar bear swim (jump in a cold lake). - Ainda querendo.
  • Make a “free hugs” sign, go out in a public place with your friends and go for it.
  • Order a strange new dish at a restaurant.
  • Explore an abandoned building or area that’s unfamiliar to you.
  • Go on a road trip without a destination. - Ainda não, mas logo.
  • Get naked in front of an audience (whether that’s burlesque or telling a personal story or sharing personal art that you created). não fiquei pelada, mas já me expus demais em público, não gostei, não quero voltar praquele lugar.
  • Learn a new skill (take a dance class, learn a new musical instrument). - aprendi a cozinhar algumas coisas e uns truques para ajudar na biblioteca.
  • Initiate a conversation with someone far younger or much older than you. - O highlight desse final de ano foi a pedagoga, contadora de estórias com dor crônica e sofrendo de insônia que passei horas conversando na fila do HU pra Clínica do Sono Ela me ensinou muitas coisas..
  • Figure out something you really want to do that you feel timid about doing. -e não deu certo, muito obrigada, não tentarei mais. Aquela cavidade miocárdia localizada no centro da caixa toráxica tá de recesso.
  • What are some things that you have heard your friends or acquaintances talk about and you think – i’d never have the guts to do that….But it would be awesome. - bem havia falado tatuagens, piercings e ficar com alguém sem ter compromisso. Nope. Nada ainda. (E pelo jeito nem vai)


quinta-feira, 24 de abril de 2014

21 coisas que talvez eu vá fazer (se é que já não fiz)



Copiando e colando do Danger Diary:

"Here are my uncomfortable things no one should miss out on….


  • Start a blog and write your uncensored, honest views. - Bem... já estamos nele...
  • Take yourself out to dinner alone.
  • Stand up for something you believe in even when you might risk disapproval. - Ser lésbica e querer ser professora universitária ajuda?
  • Go and see live music in a genre you don’t normally listen to. - fui no Tom Zé, MPB pra mim não rola desde sempre.
  • Introduce yourself to someone you would like to know but have felt too intimated by. - *ahem* várias e várias vezes dentro do ônibus...
  • Learn a new language - pode linguagem de bibliotecário? Não entendi ainda o que eles falam...
  • Travel to the country where they speak that language and try it with locals.
  • Dress opposite for your comfort level.
  • Write a heartfelt poem and share it with someone.
  • Volunteer to help someone who is very different from you.
  • Give a compliment to a complete stranger.
  • Go on a polar bear swim (jump in a cold lake). - Opa, esse dá pra fazer aqui \o/
  • Make a “free hugs” sign, go out in a public place with your friends and go for it.
  • Order a strange new dish at a restaurant.
  • Explore an abandoned building or area that’s unfamiliar to you.
  • Go on a road trip without a destination.
  • Get naked in front of an audience (whether that’s burlesque or telling a personal story or sharing personal art that you created). - já fiz, várias vezes, minha vida é um livro aberto, só perguntar qual página que tá as coisas indecorosas...
  • Learn a new skill (take a dance class, learn a new musical instrument). - aprendi fazer paródias, serve?
  • Initiate a conversation with someone far younger or much older than you. - HAHAHAHA todos os dias pelo menos converso com pessoas 10 anos mais novas que eu. E creio que há uma pessoa muito especial na minha vida de pseudo-bibliotecária que tem 10 anos a mais e me influencia pra caramba.
  • Figure out something you really want to do that you feel timid about doing. - Tipo: get laid? Yep.
  • What are some things that you have heard your friends or acquaintances talk about and you think – i’d never have the guts to do that….But it would be awesome. - tatuagens, piercings ou terem relacionamentos rápidos e sem ficarem attached as pessoas envolvidas. Última parte? Sim, tou tentando. Tatto e piercings? Nope, nem cheguem perto de mim, agulhas!


domingo, 11 de agosto de 2013

Dica do Domingo - DumbDomme - BDSM Capitalization


BDSM Lexicon Entry #23: BDSM capitalization

E aquele velho interesse-mórbido sobre o discurso personalizado de dominatrixes veio à tona com esse post.
Dumb Domme é um blog que relata algumas experiências engraçadas da autora (Que é uma Domme, oras, e usei capitalização aqui, uia!), tanto a parte mais dolorida quanto as mais lolz. Diferente da Mistress de Nova Orleans com toda uma autoridade gramatical agressiva - até que fico bem confortável com isso, mas LiveJournal? Pessoas usam LJ ainda? - a DumbDomme sabe como fazer ironia sem perder o charme natural de sua linda escolha de estilo de vida que tanto me intriga/instiga/impressiona.

Gosto do jeito que ela compartilha os relatos, colocando muitos pensamentos filosóficos em sessões com o namorado de longa data (Nada descritivo, tá? Ela é boazinha nisso de manter discrição) e também fazendo comentários sarcásticos com a BDSM scene dos EUA. Não pulem os comentários, são os mais hilários!

Tenho a leve suspeita que ela seja virginiana (O overthinking is over9000)
Tenho uma teoria sobre ela já ter cursado Letras ou algo parecido (A desconstrução de discurso/texto/situações me é familiar de gente que foi educada na Humanas).
Tenho essa estranha sensação que quando leio as postagens dela, parece que há uma falha na Matrix.

R-18 - NSFW e nada indicado para quem tem coração mole e fraco para coisas esquisitas.
(Sou adepta de Cthulhu desde quiança, tenho Ph.D em esquisitice!)

quinta-feira, 11 de julho de 2013

MusiK: No light, no light - Florence + the Machine


Uma coisa que me chamou atenção em Florence Welch - além de sua voz exuberante e insanamente impossível e o fato dela ser ruiva - foi o cacife lindo que a maravilhosa Dido deu a ela no Oscar de 2011 para cantar em seu lugar a trilha do filme 127 horas "If I rise" (Sorry, ninguém postou uma versão decente da apresentação no YouTube, mas vale a pena!).

Não costumava prestar muita atenção no trabalho dela, uma música aqui e ali, "Kiss with a fist" era divertida, "My boy builds coffins" sombria, mas também alegrinha, e de repente o mundo desaba quando usam uma música dela em um episódio de Warehouse 13  - que vocês já devem saber é minha obsessão atual de fandom e coisa e tal. A música foi "No light, no light" e transpareceu absolutamente TUDO que a season finale quis mostrar entre todos os personagens e as situações terminais do último capítulo.

Temos de um lado a equipe sendo obrigada a sair do armazém por Paracelsus (É, o cientista maluco da Renascença interpretado pelo magnífico Anthony "Giles" Stuart Head) comandar os esquemas todos e ameaçando trazer tudo abaixo, Claudia Donovan techgirl FTW cutch-cutch neném próxima zeladora do armazém sendo mais uma vez badass e querendo lidar com a situação ela mesma no modo mais nerdy-geeky-I-has-the-Powah-of-a-Jedi-Master, e para o desespero do fandom mais catastrófico e incompreendido da ficção-científica moderna: Myka OPHELIA Bering no leito de algum Hospital, pronta para ser operada por um possível câncer de ovários.

Muita emoção pra pouca pessoa.

Aí fui prestar atenção na letra da música (Que usualmente é a última coisa que faço quando ouço algo diferente e novo) e caiu como uma luva até para situações pequenininhas que ando passando - não com os feelings do seriado, mas bem IRL o angst também impera às vezes - foi o gatilho para uma porção de inspirações novas e mini rascunhos aqui dentro da cachola. Uma coisa que já me disseram sabiamente é que experiências dolorosas são ótimas para se criar Arte, então de certa forma devo estar no caminho certo, porque essa música foi como uma explosão de coisas cintilantes, purpurinadas e festivas aqui.

Já perceberam na continuidade do ritmo? E o imperceptível som da harpa? Se você for canalizando um som de cada vez, a experiência com a música muda a cada instante. Terrivelmente viciante.

Entonces, Florence Welch é uma cultista do Êxtase, sidhe übber awesome ou um anjo? (Ou os três tudo junto?)