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domingo, 19 de novembro de 2017

a imaginação alimentada - parte 1

A essa fase do jogo da vida (No hardcore) aconteceram 2 coisas emblemáticas para eu me dar conta do que tou fazendo tanto no curso quanto da minha vida de escriba: aulas incríveis com uma pessoa incrível que está me dando ideias mais incríveis ainda (Hellow! Projeto em andamento yoooohooo!), AND estagiar em um laboratório com uma pegada tipo makerspace.

Uma coisa vai ligando na outra, pois me exigem muita, mas muita abstração e sair da caixinha (~le effing caixinha que quase me moldei uns tempos atrás), como por exemplo voltar a montar Lego e jogar games que supostamente EU NÃO DEVERIA voltar a jogar.
(Mas a mente vazia é oficina para ideia errada de Wanderlei, então...)

A mente precisa de estímulos, sério.
Tem gente que encontra isso vendo Tv, fazendo terapia, praticando algum esporte, lendo um bom livro, mas aqui estou, mais de meia noite de uma sexta esperando o server de WoW voltar e catando pecinhas na caixa de Lego que consegui levar da casa de minha mãe (A hipster economista/contábil que adora me zoar...). Por quê? Por quê fazer isso no final do semestre, geeeeeezuis?!

Muito simples: a mente precisa de estímulos, e desde quiança viada em que me entendo, leitura (de todos os tipos, inclusive a musical), games e blocos de montar foram meus principais estímulos para quase tudo, inclusive alfabetização letrada e socialização empática com os outros.

Estávamos a discutir no laboratório awesome sobre como somos alfabetizados e como não lembramos de parte desse processo - o que para surpresa parece virar mecânico no subconsciente e não um processo de aprendizagem. Espero muito que a galera de agora esteja revertendo esse quadro.

Debaixo do link, uma relação entre memórias de alfabetização, blocos de montar, games, imersão e imaginação.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

recapitulação de infância - beijinho

Post com reminiscências a seguir.

Eu sonho demais com o lugar onde morei por cerca de 5 anos durante minha infância. Apesar de não ser um lugar em que tenho as lembranças frescas - muita coisa se mistura com relatos de mãe, irmã, confusões infantis minhas e por aí vai - mas realmente a casinha de madeira no meio da Tiago da Fonseca era e sempre vai ser meu endereço favorito.

[TL;DR - Tão avisados! É um daqueles posts de divagação que só vão me servir para lembrar onde morei na infância caso algum dia eu perca a memória ou algo do tipo]