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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

disclaimer de final de ano

Como é que chama aquele feeling que começa fermentar bem assim do ladinho do estômago com uma pitadinha de pimenta malagueta que vai sendo adicionada aos poucos na infusão de bile amarga e suco gástrico?

Oh gastrite nervosa?
Úlcera?
Epopeia estomacal?

A garotada chama de ranço.
Então é isso mesmo que vou acabar nomeando esse estado de completa aversão a qualquer coisa vinda de certa universidade que não irei nomear, because...

Vai demorar pra expelir essa toxicidade do meu organismo pelo jeito.
(Acreditar 100% no potencial desse curso como relevante pra sociedade? Oremos para algum milagre.)

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

já estamos em recesso

Tem rascunhos demais nessa fila, tentarei finalizá-los até o final desse ano, MAS já avisando que para efeitos de descanso acadêmico que não está sendo mais uma experiência prazerosa, estarei fazendo - vou estar fazendo - updates metalinguísticos/gamísticos no Tem um Warlock no meu Sofá.

Vai ter bastante updates de Contos, pois há uma dezena de capítulos de estórias que estou rascunhando e não publicando. se quiser ler ficção pra distrair, continue aqui de boas, se for sobre serviço de referência, movimento estudantil e qualquer assunto profundo de filosofia acadêmica (Que no final das contas não serve pra powha nenhuma, sorry/not so sorry), esquece. Vai descansar, vá ler um livro, vá jogar videogame, vá sei lá, ser feliz. Começa por aí.

Resolvi reduzir praticamente tudo que estava me causando dano agravado em questionamentos possíveis, inclusive esse amor pela carreira que escolhi para mim mesme. Espero que botar a linda Biblioteconomia para dormir no sofá (opa) durante o período de recesso faça bem para nós - ela enquanto entidade intangível que me enamoro a cada vivência, eu como corpo tangível que às vezes não aguenta mais as incoerências do mundo acadêmico - e para nosso relacionamento com o mundo.

And Bibliotequices de molho because apontar dedo na cara tá sendo muito fácil esses dias. Paciência é mínima pra tentar dialogar, logo: Parle à ma main.


sexta-feira, 24 de junho de 2016

histograma das quebradeira

Aí a pessoa segura minha mão.
Ou me abraça.
Ou dá o meio sorrisinho com a piscadela singela.
Faz piadas nerds, pega minhas referências, entende o que a Biblioteconomia significa pra mim.
Finjo que sou um cubo de gelo por fora esperando dentro entenda que isso não vai muito longe. É melhor né? Mas os olhos não enganam. O que dizem ser as janelas da alma não fucking enganam.
Por isso preciso de arrumar meus óculos ou talvez usar óculos escuros à noite. Ou talvez...



Yep, pretty sappy, porque não me reconheço quando estou derretida por alguém. É extremamente besta e difícil de disfarçar. Atrapalha a concentração, não me deixa relaxar direito antes de dormir.

Como é necessário manter a discrição, irei me esforçar mais nas skills de cold heart sassy bitch. Ajuda no restante da roda girando.
(Adendo para "você tem uma certa tendência de desafiar regras e quebrar com elas" que me foi falado um tempo atrás. A teoria tá ficando cada vez mais evidente)

Plus, tentei ignorar o fato de que necessariamente para legitimar minha humanidade, tenho que ter uma vida emocional. Viu? Até que tá funcionando ao repetir isso milhares de vezes.

Semestre TERMINA LOGO AEW!!

Update de meio de semana: dor no estômago pra mim é automaticamente coração quebrado, então tou chegando lá, finalmente me desapegando de um modelo penoso de se vasculhar por interações emocionais/românticas.

terça-feira, 30 de junho de 2015

minha vida de final de semestre

"Essa é a minha vida, comer miojo e tomar remédio..."

Fazendo alusão a uma das letras mais significativas do funk trash de intenções nada boas, começo o rambling da semana.

Tive que pedir arrego, voltei pra codeína porque a dor resolveu voltar com força total devido ao frio e a instalação dos updates no meu tornozelo, yep, meu pé tomou um rumo diferente quando fui comparar com o esquerdo. Algum osso ali deve ter ido pra frente ou pro lado, porque pisar pra dentro nunca foi meu caso.

O dilema monocromático disso tudo foi:
1 - ficar extremamente bitch e evitar todo mundo por um tempo;
2 - tomar o bendito do remédio e ser sociável.

É como uma metáfora de própria existência humana!
Foder com tudo ou se ferrar pra não foder com tudo.

Já que a vida está nesse level de estranheza completa, algumas conclusões que foram deliberadas:

  • Pelo bem de minha integridade física e mental, tenho que controlar melhor meu humor volúvel;
  • Não esperar muito que as coisas melhorem num passe de mágica;
  • Mandar algumas pessoas muito especiais pros quintos dos Ínferos pra Cérberos mascar;
  • Parar de me sentir culpada pelo acidente;
  • Procurar terapia de novo e de novo e de novo...
  • Parar de ler Nietzche;
  • Voltar a ter Disciplina.



Trentonildo salvando a pátria aqui!

Aí estava scrolling o feed de blogs e lá estava o texto awesome da tia Candye sobre o mesmo estado de espírito em que me encontro - leitura de mentes, telepatia coletiva, empatia? Chegou aqui tia Cléo!



A água que circula hoje é a mesma que molhou os dinossauros. A raiva que me consome, hoje, é a mesma que consumiu civilizações. Tudo volta. Tudo é cíclico. Mas tudo atinge as pessoas de diferentes maneiras. Tudo em mim transborda porque eu vivo no limite. A felicidade é urgente, mas a infelicidade é recorrente. A gente tem pressa para ser feliz porque sabe que a infelicidade nos segue de perto. A gente corre, mas, às vezes, ela nos alcança. 
A gente já nasce com a corda no pescoço, mas quando é criança não percebe que a corda tá lá. Então, a gente começa a crescer, e a corda começa a apertar, e, pela primeira vez, a gente se dá conta de que não está livre. Debilmente, a gente coloca a mão na corda, e pensa que ela vai se romper sem oferecer resistência. A gente se desespera. Procura por uma tesoura, para poder cortar a corda, mas percebe que a tesoura está muito ocupada aparando as arrestas da nossa vida, está ocupada recortando as memórias e colando-as onde possamos vê-las e, quando necessário, esquecê-las. A tesoura está fazendo o que a gente não dá conta de fazer. 
Nas mãos de quem está a tesoura, não se sabe. É mais fácil acreditar que as Moiras estão fabricando, tecendo e cortando o fio da nossa vida. Não é mais fácil. (Para ler o restante, clique cá)
A fineza da escrita me atingiu em cheio, e com a ressonância das palavras em meus olhos - oh sinestesia reinando hoje! - deixo a sabedoria mineira aqui.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

breve carta para mim mesma daqui há 2 semanas

Prezada eu de daqui 2 semanas,


Foi mal, mas não deu para escrever metade do que eu queria hoje.
Sei que isso se chama negligência a Musa e alguns delitos na minha ficha de estagiária vitalícia de Morfeu, mas meu dia ficou reduzido a ler textos teóricos, pesquisa intensa em base de dados e bater minha testa na escrivaninha quando nenhuma palavra saía para redigir os trabalhos.


Sei que você está fula, mas aguenta aí beeeeeesha leeeeenda. Daqui a pouco volto ao normal, você vai ver.

Ps: não entra em pânico agora não, espera as notas chegarem e aí pode entrar na melhor crise existencial que só você pode ter.
Ps²: te cuida, o pé continua doendo. VAI NA POWHA DO HU MARCAR ORTOPEDISTA!!