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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

[conto] jogando pôquer


Título: Jogando pôquer (por BRMorgan)
Cenário: Original/Cotidiano - Sobrenatural
Classificação: PG-13.
Tamanho: 5.974 palavras.
Status: Completa.
Resumo: Um partida de pôquer que poucos conhecem, mas muitos vivenciam em algum momento de suas vidas. 
N/A: Há elementos de cristianismo (cunho mais católico), mitologia greco-romana (óbvio!) e sincronicidade entre diálogos. 
Trilha Sonora: I'll see your heart and raise it mine - da banda irlandesa Bell X1

Mesa redonda, fichas coloridas espalhadas, uma nuvem de fumaça de um lado, charuto, do outro champanhe, no meio um velho senhor distribuindo as cartas já amassadas pelo tempo. Uma música antiga tocando de fundo, em ambiente tão boêmio, óbvio que o jazz moderno não tomaria conta. A melodia passou por gerações, o arranjo espetacular no improviso, não há letra alguma.

Do lado do charuto algumas quinquilharias na mesa, perto da mão solta não ocupada em segurar as cartas, anéis, botões de rosa, pingentes de brilhantes, algumas cartas perfumadas empilhadas.

O típico.

Baforada número 1 antes da primeira aposta.



Do lado mais limpo e organizado, a garrafa do champanhe mais caro, formulários guardados em uma pequena caixa organizadora, um sistema de senhas resumido em um aparelho do tamanho de um punho. O primeiro gole do borbulhante para a primeira aposta.

 - Falaram que hoje foram tomar café... - disse um.
 - Grandes coisas... Todo mundo toma café. - disse outro.
 - Não assim, juntos.
 - Ué, tem diferença?
 - Claro que sim...! - o um exclamou olhando suas cartas.
 - Foi o quê?
 - Café com leite, duplo.
 - Não faz diferença nenhuma
 - Quem pediu foi a outra.
 - Gentileza? Pessoas podem ser gentis também, não?
 - Vindo de você, não duvido.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Sonhos estranhos e com detalhes - O templo, Perséfone e a torneira aberta

Greek God Hades
Hades e Perséfone (Photo credit: Wikipedia)
Tenho esse diário de sonhos, porque sei lá, tem coisa que aparece ali que às vezes faz só sentido tempos depois, ou porque me dá ideia pra escrever, mas também porque há essa consistência de sonhos estranhos e com detalhes.

O de hoje foi com a deusa Perséfone - nada de versão Matrix - me dizendo que conheceu um matemático chamado Bartolomeu (Será? Trigonometria? Num sei?) há muito tempo atrás e tentou ganhar a confiança dele.

Aí ela estava nesse templo cheio de água e tirava folhas de caderno rabiscadas da minha mochila, ainda tagarelando sobre o Bartolomeu.

Sei lá o que aconteceu, mas senti que teria que dar o fora dali o mais rápido possível, porque alguém havia deixado a torneira aberta (???) em algum lugar do templo e ele ia inundar. Do nada, DO NADA, abre uma janela em um canto do templo e vejo a oportunidade de sair. Subi a janela, fechei as persianas, tranquei os vidros, caí na calçada da rua onde eu morava quando criança.

Aí um time da SWAT apareceu de furgão e tudo, me arrastou pra dentro e "os zomi de preto" fizeram perguntas descabidas sobre a deusa dos mortinhos, Rainha dos Ínferos, esposa de Hades. E eu preocupada com a torneira aberta.


[edit: esse sonho foi escrito às pressas pra me lembrar quando levantasse, foi às 09h e alguma coisa, tive um update de sonho após às 11h com o mesmo cenário, situação parecida, só que DENTRO do templo, creepy, creepy]