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quarta-feira, 26 de abril de 2017

aprendimento no agradecimento

Uma coisa que aprendi de uns anos pra cá foi de agradecer as pessoas que me deram oportunidade de crescer como ser humano, como profissional, como estudante e tal.

Os altos e baixos que já havia escrito em alguma postagem anterior mostrou isso, ontem eu tava em péssimo estado, hoje trmho mais lucidez graças a algumas pessoinhas que brotaram ontem e foram ao meu encontro.

Uma delas faz aniversário hoje e com o pouco tempo de convívio já me mostrou que muita coisa da vida se conquista com insistência e sensibilidade com o próximo. Ela é um dos exemplos mais admiráveis de vivência na carreira onde tou me enfiando e isso significa muito pra mim.

Agradecer faz bem, sabe?
Ter essa gratidão por quem te apoia, tem um carinho especial e te deixa feliz por saber que essa pessoa existe no mundo.

É meio isso.

Escrevi pra não perder esse fio da meada dentro do ônibus e não conseguir resgatar o feeling do dia de hoje.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

le mimimi necessário miguxis

Algum gatilho deve ter sido puxado, não estou conseguindo identificar onde, mas já sei o porquê.

Tou cansada de ver omissão, falta de compromisso e batalha de egos. Eu não nasci pra essas porcaria não.

Ao invés de fazer algo pra mudar o curso das coisas, tou presenciando muito comodismo, muita briga de parquinho e muito "não mexe no meu status que haverá consequências". Isso me cansa de uma maneira tão grande que letargia é o estado atual. Ficar surda e distraída faz parte, manter a paciência no level considerável e forçar a barra pra me sentir mais útil nos lugares onde estou inserida é o processo diário.

Entre dividir a sala com gente que me é cara e mesmo assim ganhar um olhar indiferente ou cobrança, prefiro me fingir de véia doida, ficar no meu cantinho e fazer o meu trabalho. Não tenho mais paciência pra uma porção de coisa: tentar me colocar no lugar do outro já tá me irritando duma maneira que achei que não era possível.

E o bode amarrado, bem ele tá ali cantarolando enquanto bale bem faceiro. Nesse duelo deixei ele ganhar, mas a batalha começou há uns dias atrás com um simples telefonema.

Então se eu for rude, chatonildx, apáticx, sem noção ou demonstrar sarcasmo além do limite permitido, não venha me dar sermão, fazer reza braba ou querer que eu me explique, vai catar coquinho na entrada do barqueiro e deita no mármore branco do Hades. Poderia ser bem pior, poderia ser chão de brita.

Mais uma vez a Biblioteconomia meio que resgata minha vida de escriba, creio que o semestre vai render pra resolver a vida profissionalmente, mas tá difícil ver além de um palmo a frente quando seus colegas, professores, bibliotecárixs que conheço estão numa sucessão de mancadas federais. Brigar por um curso/carreira e suas melhorias é ótimo, mas topar com gente que só pensa em atrasar o processo por razões estúpidas? Dá vontade de dar uns chacoalhões nas criaturas.

Essa coisa toda junta e a única frase que está presa agora é: "Você não está sendo muito útil, vai sumir que é o melhor que você faz".

Autossabotagem: a gente vê por aqui.

Ps: eu precisava de uns abraços e momentos em silêncio pra me sentir mais segura e confiante, mas tá tenso. Deve ser a porcaria de idade... Tem que ser.


sábado, 30 de julho de 2016

literal faz bem


Eu gosto de pessoas que falam tudo logo na cara. Mesmo verdade ou não, explosão de humor ou não.
Elas me fazem ter decisões rápidas se estou desperdiçando meu tempo com elas ou não.

Por favor, pessoas, sejam um pouco mais literais. Facilita um bocado a comunicação com tapadxs como eu.



quinta-feira, 12 de maio de 2016

esquecer/rememorar

Já avisando que essa postagem vai ser bem intimista, criptografada e provavelmente só para eu lembrar  (o tópico abordado) do que eu preciso realmente esquecer.

Ou o que já foi esquecido, tá muito nas gray areas que não consigo muito identificar de onde vai e para onde vai. O cerne todo tá na porcaria daquela memória de longo prazo, que transformou pequenos detalhes vivenciados em um turbilhão de coisas que chamam de lembranças.

Às vezes eu odeio ter que lembrar delas.
Mas paciência, não é como se eu pudesse dar um reset no cartucho, assoprar a placa interna e achar que tudo vai melhorar. Porque talvez melhorou, só não tou conseguindo me lembrar de esquecer. E é exatamente isso que tá doendo.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

[interlúdio] "cheguemo"

Créditos: ZaidoIgres
O agradecimento especial de hoje vai para essa senhorinha ao meu lado na viagem de volta do estágio para casa, em um calor infernal básico de verão florianopolitano, busão lotado, gente falando à beça e um turbilhão de coisas fervendo na minha cabeça desde cedo.

Já havia percebido nela dentro do terminal, quando ela entrou com algumas sacolas, um exame de raio-x (dava para ver a "chapa"), um sorvete colorido de casquinha segurado em uma mão de um braço imobilizado por taça de gesso. Ela parecia estar satisfeita com a vida, perdidinha em seu mundinho de sacolas ao sentar, pedir desculpas quando uma dessas bateu no meu joelho e ir sorvendo o sorvete com uma vontade linda de se ver. Ao que vi - e pelos grunhidos que ouvi durante a viagem - o tréco era no pulso, ela evitava de fazer muitos movimentos com a mão diretamente, mas o cotovelo direito estava a me acertar às vezes em uma virada mais acentuada no trajeto.

Assim como eu, ela caiu num sono ferrado após uns 10 minutos de viagem, sorvete já devorado, sacolas bem presas no chão entre as pernas, óculos de armação grossa pendendo no nariz e um leve ressonar de quem está cansadinha, mas precisa de um cochilo.

Das duas vezes que acordei durante a viagem para ver onde estava, a olhei. Olhei para o braço maculado, olhei para a janela e vi a paisagem, mas na verdade eu tava fazendo de tudo pra não ter um ataque escalafobético (Que me acomete sempre em lugares inapropriados para choradeira excessiva e vontade de simplesmente desistir de tudo) motivado por um iníciozinho de depressão já prevista. Enquanto a porrada me vem aos poucos - leves soquinhos no baço assim que chego em casa - aprecio ter esses momentos estranhos com completos estranhos.

A segunda vez que acordei - e sempre é o timing pra estar perto do terminal final do busão - olhei para os lados, a vi ainda no sono, cutuquei-a de leve, informei que havíamos chegado no terminal, não costumo esperar resposta. Os sonolentos de ônibus são meus favoritos, pois eles têm essa doçura de acordar sem espernear e da um leve sorriso - não sei de embaraço ou de agradecimento.
(BTW, sempre faça isso quando ver alguém dormindo ainda dentro do ônibus. Não deixe o cobrador fazer isso quando estiver revistando os bancos e perceber na única pessoa que ficou para trás. Seja gentil e acorde uma pessoa no busão, ela vai te agradecer muito depois.)

Ela apenas sorriu, do mesmo jeito que todo mundo, eu de fone de ouvido continuei, o costumeiro é não receber respostas. Mas aí ela me fala um: "Cheguemo", recolheu as sacolas do chão com o braço bom e levantou devagar para pegar a fila que estava na porta detrás. O meu mundinho - que não estava muito bem e já desabando por inúmeros motivos estúpidos - parou ao ouvir o singelo "cheguemo". Foi como ouvir algo mais, sei lá, mas o "cheguemo" fez diferença.

Então, você, velhinha que sentou ao meu lado no busão, o teu "cheguemo" me fez aguentar mais 40 minutos com outro busão e chegar em casa e chorar tudo que tinha que chorar de forma honrosa e silenciosa. Obrigada.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

FYI

I still miss you dearly every fucking day and I kind hate to feel it when my heart just sinks into my belly of thinking of you. I still miss you even of all these years
posted from Bloggeroid

domingo, 31 de janeiro de 2016

quede a paciência com matéria prima do chocolate?

Certa vez já me falaram que quem questiona demais a vida morre mais cedo - a preocupação, o estresse, a frustração, a infinitude de mais perguntas a serem feitas, o medo de não ser compreendido no processo, a rejeição - e quando se é mulher essa premissa já é de berço com aquela pitadinha gostosa de "meninas não podem fazer tantas perguntas porque não é educado."

O nosso sistema de ensino é virado para isso de certa forma, normatizando o que aprendemos nas escolas e quais perguntas devem ser feitas. Devido a isso, meu destino parece ser fadado a famosa música do The Who em que prefiro morrer antes de ficar véia, irei continuar a questionar tudo que acontece na minha vida de escriba.

O comichão científico veio com tudo essa semana com a seguinte coluna de famoso comentarista florianopolitano que tem a chata mania de dar pitaco em assuntos sem necessariamente pesquisar mais a fundo. E assuntos polêmicos é com ele mesmo! A quantidade de pessoas que relevam a o opinião do dito jornalista é admirável, mas assim como qualquer pessoa que mantém um nível alto de glamour no ambiente, ele acaba delirando às vezes.

Não que ele seja um Changeling, mas se fosse ia trazer um puta dum Choque de Retorno nas minhas fucas.

O jornalista com pseudônimo de matéria-prima de choclate posta esse pequeno texto, enfatizando o desgosto por ver obra tão conhecida e palavras dele "reconhecida como valor de status" direcionada a 20 tomos da Enciclopédia Barsa deixadas em um local de despejo para o descarte para o reciclável.


Gente, não deu.Tive que escrever um comentário enorme naquela coluna do senhor de opiniões deveras sem noção sobre...


Embaixo do link, a resposta TL;DR; algumas considerações e mais implicações sobre o caso.

posted from Bloggeroid


quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

sonhos estranhos com detalhes - Sandman de recorde

Então.
Sou estagiária vitalícia do Senhor do Sono. Cês já devem saber disso faz tempo - se não, hey! Sim, tenho um contrato permanente com a entidade e dormir facilmente é algo que faz parte da minha vida de escriba - então qual há eventos especiais lá na Morada dele, há sonhos estranhos com detalhes.

Creio que os 6 dias de sonhos envolvendo pessoas que não gostaria de ver deve ser uma demonstração básica do poder chatinho dele de dizer que preciso voltar a lavar a louça ou limpar o lustre antes das raves que ele dá por lá no Sonho. Não que eu seja uma funcionária preguiçosa, até sou dedicada, o problema é que se pudesse eu dormiria o mínimo pedido no curriculo - tipo de 4 ou 5 créditos, sabe? - e ocuparia o resto do meu dia com algo produtivo (Como escrever por exemplo!). Aí ele coloca uma cereja no topo dos sonhos esquisitos com o enredo horroroso relatado abaixo de sua contraparte revisitada nos quadrinhos.

Uma coisa que percebi também: se o sonho é felizinho e cutch-cutch só vou lembrar pedaços, se o sonho é uber-creepy e cheio de bizarrice vou lembrar fielmente cada detalhe. #PowhaMorfeu!

Tudo começa com uma notícia sobre certa emissora de televisão que costuma fazer adaptações épicas de livros bíblicos para novelas com mais de 200 capítulos. Com esse background fantástico da certa emissora de televisão que também é governada por um cara muito esquisito que diz que tem a arca da Aliança de Salomão lá dentro do templo de mais de 680 milhões de reaux, a notícia era que os direitos de adaptação para TV de Sandman eram da certa emissora que não falaremos o nome..

Okay.

Sim, era o Sandman do Gaiman.



Eu, no sonho, fiquei estática, porque ler a notícia pelo celular pode ser um hoax lindo de seguidores de Loki - mas tenho imunidade para spells desse tipo, sorry bros! - então deixei para lá. Deveria ser um simples fato que aconteceu dentro de sonho que eu nem ia prestar atenção depois, SÓ QUE NÃO!

A sequência do sonho foi de como a bendita novela - agora intitulada "Oneiros" - estava sendo televisionada pela certa emissora e como era ruim pra cacete!

Nem eu sei porque estava vendo TV na hora - não era aqui em casa, com certeza - mas só sei que fiz questão de manter meu traseiro grudado na poltrona vendo o diálogo mais tosco possível se desenrolar na telinha. Eu tinha companhia, eram os gatos de um lado me ouvindo ter pseudos-ataques de "WTF ROTEIRISTA?! WTF?!" ou gritando algo aleatório quando via algo realmente absurdo nada a ver com a mitologia grega OU o universo de Sandman. Já a turminha do barulho que estava comigo na poltrona também estava revoltada com a adaptação mal feita. As usual, gente que não lembro ou não vi o rosto, mas revoltados.



O senhor "Oneiros" era o Marcos Palmeira (urrum urrum) com uma maquiagem branca na cara, muito delineador, sombra e talz, os cabelos bagunçados à la Robert Smith, roupa gótica clássica e uma voz de pobre coitado. Era aquela cena inicial clássica do 1º arco em que a maninha Morte vai lá conversar com ele, enquanto estão jogando pãozinho pros pombos e vendo a mulecada jogando bola perto da avenida. A Morte eu não sei quem era, mas estava bem no cosplay (Pena não ser a versão que formei da Muerte no meu subconsciente). O roteiro estava péssimo e não seguia muito bem o que era canon, isso já foi me deu o hint que a zoeira seria épica.

Certo, os pombos, a conversa nada a ver entre os irmãos, o mimimi básico do protagonista (Isso o Palmeiras conseguiu pegar bem) e entãããão a cena do guri indo conversar com a Morte? E depois? Então... "Oneiros" salva o guri... Urrum, o roteirista sem noção dessa adaptação fictícia fez o senhor do Sono virar HERÓI e salvar TODO MUNDO que estava em perigo. Tipo herói em redenção? Com toda a firula de "preciso fazer o bem e ajudar as pessoas" com "Oh como estou sofrendo com essa jornada de herói, porque tenho o peso do mundo nas costas!" - daí pra frente eu já tava grudada em um gato e pedindo pelamooooooooooooooooor pra bendita novela terminar.



Sei que o sonho foi intercalando com os possíveis episódios, muita coisa que não tinha nada a ver com o universo de Sandman tava no meio, muita coisa ficou PG-13 e cenas importantes foram estendidas mais que o necessário. Uma coisa que me deixou particularmente puta foi que cortaram o Coríntio (Pelo jeito, muito hardcore, neaw?) e fizeram o Matthew virar um Diego da vida como o corvo da Malévola. O bicho fazia piadas muito toscas como alívio cômico e os efeitos especiais...? Pois então, virar corvo para homem e vice-versa é uma coisa linda com o baixo orçamento.

Lembro de ter a Biblioteca dos Sonhos - até aí tudo bem, fiquei satisfeita em como haviam retratado essa parte TÃO IMPORTANTE do reino - mas a jornada chata de herói continuava. E véi, de Bowie, sei que terminou um dos capítulos e eu estava com a cara enterrada nas mãos, back and forth, exclamando: "Nooooooooouz nouz nope nope nope!"



E foi assim que o sonho estranho com detalhes continuou, porque patrão não é nada piedoso e me fez rever todos os conceitos que tenho dos quadrinhos do Gaiman após me fazer revisitar a história dessa forma. Assim, não, sabe? Apenas não. Tem um limite pra tudo e adaptar esse trem pra novela brasileira não dá certo, tá? Esquece esse memorando de sonho bem, mas bem escondido lá na biblioteca dos Sonhos.

E que jamais saia de lá!

sábado, 17 de outubro de 2015

astronautas, tubaínas, compre uma biz, feijões gritantes e felinos marotos

Esse post é para ser bem prolixo e disléxico.
Não, não estou sob efeito de nenhum medicamento e muito menos etílico no sistema sanguíneo. É a vontade de Loki permanecendo no recinto, só isso.

Caturday é sempre um momento especial na minha semana devido ao descansamento já dado ao corpo e mente. Como sempre serei acordada antes das 6h para alimentar as criaturinhas de quem sou minion e fazer o favor de colocar o Zé para tomar soro.



Quem sou eu para desviar da rotina?

Então após uma manhã turbulenta, com trocentas coisas para se resolver e vontade alguma, divirto-me no site da NASA com a biografia de trocentos astronautas e cosmonautas que já passearam por esse mundão aí afora da estratosfera. Neil Armstrong é meu clichê favorito, pois foi a primeira foto que lembro de ver de um astronauta. Nem era dele pisando na lua ou hasteando a bandeira americana, era aquela foto clássica de uniforme de astronauta, capacete debaixo do braço, cabelo arrumadinho e sorrisão pra câmera.

Tenho um livro aqui embaixo do monitor que tem uma parte dedicada a conquista da lua e sobre os astronautas da Apolo 11. O que me leva ao meu sonho de criança de ser uma astronauta e que nunca vai acontecer mesmo, porque é preferível eu ficar navegando nas bibliotecas ajudando o povo de Humanas a fazer miçanga e vender a Arte na praia.

A gente escolhe o Destino que percorre, não ele.



Nesse meio tempo o felino adoentado Zé Walter vai tomar a 2ª dosagem de antibiótico e aí tudo bem. O negócio é que ele agora está muito quietinho, na dele, sem extravasar muito e no máximo dá uns giros com a Bete e vai deitar. O clima também não está ajudando, todos os dias com 17º graux na fuça não é mole não. A Bete Vanessão é espoleta, adora escalar em lugares que não se deve escalar e preferencialmente na minha perna quando estou para sair. Não quero nem ver quando crescer e continuar a fazer isso.

Quando eu disquei o telefone do Veterinário deu a melodia exata de uma música clássica que não lembro de quem é, mas que todo mundo sabe do que estou falando...
*essa sou eu assoviando a melodia*

Achei isso MARA!

Ter 2 felinos em casa equilibrou um bocado da tensão que estava pairando aqui. Apesar de eu me preocupar muito com os dois quando estou fora, tenho aquela impressão que os dois estão se gostando muito e se divertindo um ao outro. Ainda observando o comportamento do mais velho, little Walter me assustou com a infecção respiratória - nunca mais deixo ele ir naquela varanda até esse clima medonho ir embora, credo!

Com tudo em riba, consigo descolar uma Tubaína Retrô no Angeloni e de quebra o R$1,99 onde compro guloseimas e tranqueiras toca Gretchen, Raul Seixas e Wanderléia. Nostalgia trash anos 80 puro. A gente dá "Amém" pra Loki e pede pra Nimb rolar bons dados, não é todo dia que coisas nonsense e aleatórias de alinhamento bondoso e leal acontecem na nossa vida.

Consigo mais alguns itens para abastecer a geladeira vazia, passo o dia todo planejando a semana depois da semana que vem, sorrio bobamente para a entrada da praia, daqui algum tempo vou precisar voltar a sentir as ondas nos meus pés. Volto pra casa, entulhada de coisas na mochila, sacolas nas mãos, encontro gente do prédio, conversinha mole sobre trânsito, síndico p** no c* que é um passivo-agressivo do c****** tenta ser amigável, vizinha me solta uma:

"Bem que você poderia fazer aula de direção e pegar uma Biz..." - o que consequentemente emenda com outra opinião:
"Cê é nova ainda, vai de moto que não perde tanto tempo no trânsito daqui."

Aí eu lembro as criaturas envolvidas no papo que o mês que fiquei trancada em casa em maio era por conta de um idiota que resolveu tirar carteira e pegou uma Biz e eu acabei parando com ele na BR estrada. Silêncio total. As pessoas às vezes não tem noção do que falam e isso para mim é espetacular. O meu inner-Bowie reagiu do seguinte modo:

Véi de Bowie... Cê tá de brinks, am I rite?

O dia não precisa ir pro ralo com esse tipo de comentário na minha vida, então vou procurar segurança em meu lar, querido pequeno lar e encontro a chuchuzinha Bete escalando a estante de livros e mastigando meus fones de ouvido. Ao que parece ela não se contentou em saber que dentro não havia recheio e foi para o fio do abajur. Resultado: felina marota retirada do local e fios escondidos. Fones de ouvido pro lixo, óbeveeeeeeo.

Hoje vai ter versão amadora de red beans and rice de Nova Orleans no cardápio da semana (é literalmente a nossa feijoada, só que lotada de pimenta, só que eu não sou louca e fiz a versão mais levinha com couve refogado, feijão, calabresa, carne cozinha em tirinhas e muita páprica. Provavelmente vai ficar gostoso amanhã) e esse site é a tradução de muito de meus pensamentos de hoje.

(Pode clicar é legalzinho, tem feijões...)

quinta-feira, 30 de julho de 2015

A inexorável, inoxidável Lady Murphy

O legal de não vir equipada com aquele negócio que chamam de "intuição feminina" - algo que me é altamente interessante, mas pelo jeito devo ter pulado a fila da distribuição antes de vir pra cá (Provavelmente peguei o "pacote pragmatismo" nessa) - é que existe uma Lady que ajuda a gente perceber o quanto o dia vai ser desastroso.


Tão graciosa que ninguém resiste!
Adorável senhora folgada que tem peculiaridades e trejitos exóticos para se aprochegar das pessoas. Quando vejo que as chances de algo dar errado estão acima do normal para os padrões da senhora chiar, respiro fundo, firmo os pés no chão e yep, vai dar merda.

Ela pode vir como uma dama insolente, desregrada, rebelde e irresistível, sentando em nossos colos, tomando conta de nosso espaço pessoal e suspirando as mais obcenas verdades óbvias que fariam o Capitão Óbvio sentir inveja. Ela te dá uma certa euforia em viver: "Oh ohohohoho contrariar as leis pré-existentes! Vamos lá!", aquele espírito aventureiro de fazer traquinagem já sabendo que será descoberto cedo ou tarde, aquela ponte imaginária ligando a sua medida com a hýbris ao redor, até algo deliciosamente errado, bem, dar errado. Essa face perigosa da dama me faz ter alguns espasmos de lucidez amarga, mas a aceito gentilmente ao meu favor. Nimb sabe os dados que me lança, Loki me abençoa todos os dias, pra quê ter medo do Caos então?
(Feck deez sheep, feck dah puliça, gimme sum shenanigans!!)

Já quando ela se mostra como a velhinha frágil, de chapéu de aba mole, cenho cabisbaixo e rugoso, falando arrastado e mostrando como o nosso papel do Universo é apenas um capricho das leis infindáveis da Física, aí sim me preocupo. Lady velhaca gosta de relembrar isso quando passa, tocando nossos calcanhares com a bengala de madeira maciça e lustrada, um pretexto para que nós prestemos atenção no que ela avisa. Se nada disso adiantar, ela não será como a sua contraparte sedutora, não há espaço para aventuras aqui, ela simplesmente irá meter a bengala na nossa cuca e gritar algo inteligível como: "NÃO FALEI?! TE DIIIIIISSE!!"

Eu gosto de coincidências, gosto de analisá-las bem, só não gosto quando elas aparecem demais já dando aviso prévio que vai dar merda. E acreditem, sempre dá merda. e quando a constante é de vai dar merda nas situações equiparadas em um dia só, é melhor ouvir a velha e não a nova.
(Tudo bem, tudo bem que ela é quentinha quando fica em nosso colo, tão esparramada em todo seu esplendor que é difícil recusar um afago, uma troca de palavras dóceis, e por aí vai...)

Véinha não é mole não...
Se o dia começou estranho com coincidências demais, é melhor já pegar um escudo com bônus em aleatoriedades e randomices, armar a fronte em formação tartaruga e esperar sentada. Nunca se sabe de onde o golpe vai vir.

Este lindo dia foi assim, cercado de detalhezinhos bizonhos pipocando a cada clique ou a cada palavra falada/escrita, cada fluxo de pensamento que me arrastava e culminando com um cochilo às avessas recheado de sonhos esquisitos com gente que não preciso nem mencionar pro meu subconsciente que tem que ficar LONGE dos meus sonhos. Aliás, isso me faz crer que preciso retirar o que disse anteriormente sobre meus sonhos: não os levo à sério, apenas sinto a vontade singular de ruminá-los para fazer o melhor de mim para lembrar do porque querer acordar todos os dias, levantar, tomar café e fazer minhas coisas. E hey, processo de update no software da memória curta para longo prazo? Sim, preciso deles. Não tenho um sótão/quartinho com paredes elásticas aqui em cima na cachola!

"Dreams, inconsistent angel things..."¹ - e eu parei de acreditar neles faz um tempo.
Prefiro fadas.
Ou leprechauns.
Changelings seriam awesome.

Mas a Lady é uma constante universal, assim como as leis da física, não há nada que se possa fazer para evitar sua presença, suas predições e seu empenho em realizar todo um empreendimento já pré-datado que nós, meros mortais, não poderíamos entender em sua totalidade.

E com a lua cheia reinando lá em cima - e um Vênus retrógrado² que me fez rir até chorar ao pesquisar sobre - deixo esse breve recado aos incautos exploradores dessa Realidade Estática: Se a dama sentar no colo, entre no clima, converse com ela, agrade. Ela pode ir com a sua cara. Se a véia aparecer com a bengala: escute, não custa nada (E não terás sua cuca rachada com a pancada, hey isso rimou!).

Obrigada Lady Murphy³, desprovida de "intintos" ou "intuição", respeito vossa sabedoria bem mais que de muita gente por aí.

===xxx===
¹ essa música se chama "We Have Forgotten" e é da banda texana Sixpence None the Richer, vai ouvir!
² que venham as taxações mínimas, sou uma virginiana supersticiosa!
³ e cacetada, mas não sabia que as leis da Robótica entravam na mesma categoria que as de Murphy!

domingo, 26 de julho de 2015

a matriarca da família Morgan de aniver

Hoje é aniversário da minha avó Sant'Anna (Yep, tem apóstrofo no nome dela e possivelmente minha obsessão com Anas venham daí), o povo está lá na casinha dela, entulhado na salinha pequena, numa bagunça só que só eles conseguem fazer e após desligar o telefone é que me veio o aperto chato no s2 que sim, mais um ano pra véinha. E ela já suportou muita coisa bizarra desse mundo - muita provação da vida, XP ganho e dragões derrubados - sinceramente eu fico desejando que sejam muitos, muitos anos de vida mesmo e espero que ela esteja bem de saúde, feliz e satisfeita com o que realizou.

Havia escrito um post no dia 13 de março de 2012 (Oh data que me persegue) sobre como havia sido a andança na casa de minha avó paterna pela primeira vez após estar mais mocinha e mais sabida das coisas. O post, seja lá como, se perdeu aqui e no Tumblr, mas pelo menos um pequeno trecho ficou para eu desenvolver nesse.

22 dias no Rio de Janeiro e essa boneca singular que me fez entender metade das perguntas que eu sempre questionava em toda minha vida. O porquê de nunca se sentir aconchegada em um local só, o porquê de estar sempre mudando de casa, de estado, de cidade, o porquê ter uma saudade esquisita por aquilo que jamais existiu, mas o que deveria sentir falta permanecia como uma nostalgia, o porquê de estar sempre agoniada com alguma coisa não explicada, mas que está ali debaixo da sua pele e infestando o seu sangue. O porquê de resolver minha vida em partes desiguais. O porquê de relutar a ir onde eu deveria estar.

Já havia comentado como ela me influenciou demais nessa vida estranha e como certas situações na família me deixam deliberando se não há algo a mais do que apenas ligação hereditária genética e tudo mais (Desconfio que minha avó saiba telepatia e faça uso constante disso). Essa viagem do trecho acima foi como o começo de uma investigação sobre essa família que pouco convivi, mas que conheço mais que a da parte materna. Como sempre: mistérios estão por ali, precisamente escondidos na pequena casinha de minha avó que criou raízes, Ia escrever altas coisas aqui, mas realmente não tá dando, a zézinha aqui tá muito chorona pra poder escrever algo bonito agora.


domingo, 10 de maio de 2015

ode a passivona interior


[Deu comichão, fui escrever. Agradeçam a drag dentro de mim!]

Queridona, eu sou!

Passivona-agressiva ainda por cima. 
Daquele mesmo esquema da tabelinha de psicanálise. 

Adooooooooro!

O perigo? Não, meldelz como posso?
De agulha eu fujo, de trava negativa também

Entre quatro paredes pareço ooooooutra
(ou ozotros viiiiiintchy!), 
Mas fora, total "Basic Bitch"
(Tou me graduando pra Sassy Bitch").

Não gosto de conflito, 
não sou chegada em barraco, 
evito perto de bafão muito eminente. 

Não sou zen, tá? 
Sou passivona, queridona
fico no meu canto só olhando
planejando a epopéia estomacal de alguém.

Pras zinimiga não desejo nada de ruim, 
qué esso, beeeeeesha?! 
Acredito em karma miojo, linda, 
não quero bad vibe vindo assim. 

Beijinho no ombro não dou, 
boladona fico no meio da madrugada
Pensando nas trapalhadas
Que bicha romântica pensa em final feliz
Passivona eu sou, você é quem diz

Ai deslaaaaarga-me que sou tímida
Sou novinha ainda
Porque no momento do apuro
Sou bicha de quarto escuro!

Que vergonha!
Devia já estar por aí
Cabelos ao vento puro káli kálon
Feliz, saltitante e sem adendos
Nesse contrato exclusivo que tenho com meu coração

(Okay, o último verso foi muito brega)


Queridona... Eu sou,

agressiva quando é pra ser
só me pedir que tudo pode acontecer
Mas passivona é meu default

sexta-feira, 2 de maio de 2014

femininérrima

Depois de 20 anos deliberando a minha sexualidade, chego a conclusão:  Meu yang é mais drag queen que meu yin. (Ou meu garotão irlandês é mais gay do que eu imaginava, aiai)

Apoteótica, femininérrima, robótica, assumidésima! Uuuui!

terça-feira, 18 de março de 2014

Vida de adulto.

Os métodos aprovados para aprendizado para uma vida inteira se resume a simples noção de que não há nada o que se possa fazer.

Por exemplo:
Mesmo que eu me desespere por causa de diversos motivos, é melhor manter a calma tranquila antes da bomba explodir. Porque se o barco afundar, quero ser a tiazinha que fica balançando a cabeça conforme a música para o quarteto de cordas que vai continuar no barco condenado.

Legal que essa metáfora serve pra qualquer coisa na minha vida, inclusive assuntos de Banalidade ferrada.
(começo a desconfiar que os sentimentos mais nobres de um ser humano são na verdade fabricação dos deuses pra distrair a gente da loucura ou da ira).
Ps bem assinalado: ser adulto nesse mundo atual é chato.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

morro de medo

Coisas que eu tenho medo de acontecer de uma hora pra outra:

1 - ter apagão geral na cidade e ficar tudo às escuras por dias (Medo mortal de escuro absoluto);
2 - eu enlouquecer, pirar na soda, o parafuso solto dentro da caixa craniana soltar de vez e voar longe (Principalmente se esse mesmo parafuso se chocar com a parte do meu ID que NÃO DEVE ser encostada de jeito algum);
3 - eu virar um robô novamente (Domo Arigato, Mr. Roboto/mata au hi made/domo Arigato, Mr. Roboto/himitsu wo shiritai).

De resto, dá pra superar com muita reza braba, terapia desconstrutivista e tequila.


sábado, 1 de fevereiro de 2014

antes dos 35

Para consulta posterior em algum dia nessa minha vida de escriba:

Serei Doutora Morgado antes dos 35.

Não sei como, não sei onde, não sei formada no quê, mas Doutorado eu chego. A dominação mundial começa com títulos, né? Tem que começar a exercitar o ego deteriorado desde já.

Tem gente que quer mudar o mundo com o Amor, outros com a persistência, outros através de armas nucleares, mensagens subliminares, propaganda reacionária, invasão militar, só desejo seriamente fazer isso com a Informação. Só isso. Não precisa nem de plano infalível do Cebolinha e Cascão, é apenas ter em mente que vou conseguir um covil vilanesco, alguns minions robóticos (Não, nada de capangas humanos, humanos não são confiáveis para vilanices sistemáticas e sem erro de cálculo) e uma linha direta pra capital econômica/financeira do mundo em 2022 - 2023.

(Esse era um sonho megalomaníaco meu desde criança, o de ser doutora em alguma coisa. Mas creio que cheguei num ponto da minha vida que apenas isso parece ser bem concreto, arranjável de se fazer e sem tantas dificuldades quanto o resto da minha vida.)

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

como fazer alguém sair do sério em poucos segundos

Junte uma melíade troll, uma criança élfica adormecida que reside dentro da minha pessoa e um grilo marrom, aqueles tipo esperança com um nome bizarro Neoconocephalus sp.

Porque era tudo que eu queria numa sexta à noite, né Lenorezilda? Ficar a postos com vassoura nas mãos atrás de um grilo pra expulsá-lo de casa...

As lendas dizem que se um grilo entra na tua casa é porque vai dar sorte por alguns dias, mas se ele vem morrer dentro da casa é mau-agouro. Mas WTF dude?! Realmente aqui tá um calor terrível e não seria nada legal passar seus últimos momentos aqui Sr. grilo. Apenas vá, pegue o fresquinho lá fora depois dessa chuva e vá, para bem longe, além do arco-íris com você...
(E se entrar no meu quarto não haverá escolha alguma, vai levar chinelada fatal.)

Vejam bem, eu não gosto de insetos, mas não os maltrato.
Não há nada de relevante dentro da minha sala e provavelmente você deveria estar dando uns rolêzinhos com outros grilos gente boa. Não quero você circulando a minha Mysmorra, ela não é adaptada para grilos. Tem como sair desse canto aí e não vir voando em direção do meu rosto?!

Agradeço.

*ainda esperando o bendito sair de trás do sofá cama*

domingo, 12 de janeiro de 2014

[interlúdio] no barquinho da meditação tento navegar

Às vezes eu desejo não ter meu baço, às vezes peço que meu estômago não estrangule os meus órgãos internos e muitas vezes eu peço pelamordeEruIlúvatarnacausa pro chakra do Plexo Solar não derreter tudo aqui dentro.

Aí escuto barulho de Mar, de barcos e gaivotas e parece que assenta o trem do bololô todo.
Uber tenso. Já avisando, debaixo do link post criptografado. Escrevo essa sessão pra me lembrar do que fiz depois, então tenho que deixar incompreensível para futuras consultas.


Queria poder saber meditar, sabe? Tipo no modo clássico, sentar, respirar fundo, dizer algum mantra e meditar 4realz, mas a ansiedade maluca e o overdrive do cérebro não diminui até quando preciso. Tenho ciência absoluta que muito dessa ansiedade, medo de falhar, medo de tentar, tensão com desafios que não suportam lógica mental acaba me ferrando lindamente, trabalhando nisso irei, hmmmmm *Yoda style*

domingo, 10 de novembro de 2013

[sonho estranhos com detalhes] os dentes, as fotos, os guarda-roupas e a melíade

Às vezes ter uma melíade como guia inspiradora durante toda sua vida é um bocado complicado, o motivo: ela dá avisos estranhos em horários mais estranhos ainda quando eventos estranhos acontecem.

A coincidência toda faz parte do pacotão de maluquices que esta escriba não desvenda muito para muitas pessoas, mas acaba se tornando comum quando acontece. Hoje Morfeu decidiu atacar logo no meio da tarde, me fazendo cair literalmente de sono no teclado do Major Tom, me arrastar o mais rápido possível para a cama e dormitar lá até alguns minutos atrás. Se segue o sonho maluco e com detalhes a seguir:


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

aleatoriedades da vida - especificações e exigências

Gosto de pessoas que dão especificações sobre o que querem. É bom, às vezes, ter o A + B e tudo certinho nos esquemas, mas pessoas exigentes me alteram o humor facilmente.

Então lá estava eu, nesse espaço social caótico de ônibus de segunda-feira de manhã e está ao meu lado criaturas discutindo sobre o que querem em uma relação. Ambos acreditavam no Amor - ainda bem - mas tinham algumas exigências quanto ao trato da pessoa amada, algumas entendíveis: "Quero alguém responsável", outras não tão assim compreensíveis (Essas variavam conforme o gosto peculiar na aparência exterior da pessoa amada). Era exigências anatômicas e culturalmente impregnadas de uma hegemonia já conhecida, não tinha muita análise crítica sobre a psiquê da pessoa como “Quero que a pessoa use a cabeça para pensar, não apenas para usar boné de aba reta ou algo parecido”, ou melhor “Quero alguém que me compreenda como indivíduo, não como objeto”.

Acabou que a parte exterior e supérflua das aparências ficou como pauta da conversa - alta, bem sonora e cercada de risadinhas em uma manhã de segunda - dentro de um buzão lotado de gente com cara de sono.

Geração vai, geração vem, tem certas coisas que estão tão internalizadas que não tem como tentar explicar que há outras opções bem mais animadoras.

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